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Resenha| Lúcida, de Ron Bass e Adrienne Stoltz


Autores: Ron Bass, Adrienne Stoltz / Ano: 2016 / Páginas: 364 / Editora: Galera Record/ Nota: 5
Sinopse: Um thriller psicológico eletrizante, do roteirista de Rain Man e O casamento do meu melhor amigo. Sloane é uma aluna nota 10, com uma grande e amorosa família. Maggie vive uma existência glamorosa e independente, como aspirante a atriz em Nova York. As duas não poderiam ser mais diferentes. A não ser por um pequeno detalhe, algo que não têm coragem de revelar a ninguém. À noite, cada uma sonha que é a outra. Os sonhos são tão vívidos que as garotas sentem e experimentam o que a outra está passando naquele momento. Seriam as duas reais? Uma delas estaria mentalmente instável e imaginando a outra? Seriam ambas a mesma pessoa? Qual delas é real?
Sloane sonha com Maggie todos as noites. Meggie também sonha com Sloane todas as noites. Uma sonha com a vida da outra desde que se lembram, mesmo estando em cidades diferentes.

Meggie tem dezessete anos, sonha em ser uma grande atriz, ama sua irmã mais nova, Jade, e sofre pela perda do pai que tanto a compreendia. Praticamente abandonada pela mãe que só pensa em trabalho, Maggie teve que amadurecer mais rápido e assumir responsabilidades que fazem as pessoas a acharem mais velha do que a idade que tem.

Já Sloane parece ter entrado em um luto profundo pela morte de seu melhor amigo. Fechada em seu mundo particular e quieto, a garota ainda não consegue compreender porque se afastou tanto de sua mãe e tem raiva da mesma. Guardando todo sentimento ruim e seus sonhos esquisitos para si mesma ela tenta compreender porque sonha com a vida de outra menina e porque James, o garoto novo da escola, é tão familiar e atraente para ela.

Já imaginava que Lúcida seria aquele livro de deixar qualquer um pensativo e louco. Foi por isso mesmo que o solicitei na hora. É um desafio grande, (e gostoso para mim), ter que passar a leitura inteira adivinhando o fim que todo aquele enredo intrigante e confuso vai tomar. E foi justamente isso que aconteceu.

O livro é narrado por Meggie e Sloane, cada capítulo intercalado entre as duas, de forma simples e bem explicada. Talvez a introdução seja um pouco confusa, mas depois quem está lendo compreende que foi um jeito necessário que os autores encontraram de mostrar o início, como tudo ocorreu. A história tem um mistério muito envolvente do começo ao fim. Todo enredo gira em torno de descobrir o que realmente acontece com as meninas e como tudo irá se resolver no final.

Tanto Maggie quanto Sloane são personagens bem diferentes e bem construídas da sua maneira. Nunca sei quando qual autor está escrevendo em um livro conjunto, mas a personalidade marcante de cada personagem pode dar uma ideia a respeito da escrita de Ron e Adrienne.

Amei cada cena de confusão mental explorada e bem detalhada que os autores trouxeram para o enredo. Isso ajudou muito a sentir tudo o que Meggie/Sloane estavam passando em um momento crucial. Lúcida foi aquele livro eletrizante que trouxe inúmeras emoções e pensamentos. Terminei o livro há muito tempo, mas o final ainda me intriga com possíveis teorias sobre o desfecho.

Eu recomendaria o livro para todos, mas depois de ler algumas resenhas no Skoob percebi que talvez a leitura seja melhor para quem está acostumado com o gênero de thriller psicológicos. No demais posso dizer que foi um livro maravilhoso, que abriu muito bem minha meta de leitura desse ano e me trouxe uma sensação incrível ao realizar a leitura.

Resenha feita em parceria com a Galera Record.

Resenha| A Esperança é uma Torta de Maçã, de Sarah Moore FitzGerald



Autora: Sarah Moore Fitzgerald / Editora: Galera / Páginas: 176/ Nota: 4/5
Sinopse: Um romance delicado sobre pertencimento, primeiros amores e bullying. Oscar é o melhor amigo e vizinho de porta de Meg. Ele tem o incrível dom de consertar qualquer problema assando tortas de maçã perfeitas. Mas nem suas renomadas tortas conseguem aplacar a tristeza de seu pai, ainda de luto pela morte da esposa. Quando Meg recebe a notícia de que irá se mudar para a Nova Zelândia por seis meses, ela fica devastada com a ideia de ficar tanto tempo longe do amigo. Para piorar tudo, a casa de Meg é alugada pela família da terrível Paloma Killealy, que inventa todo tipo de mentiras sobre o garoto na escola. De repente, Oscar desaparece. Sua bicicleta e suas roupas são encontradas no litoral, e todos acreditam que o pior aconteceu e ele cometeu suicídio. Com a ajuda do irmãozinho de Oscar, Meg decide investigar o paradeiro dele, e por mais difícil que seja, nunca abrir mão da esperança.

Quando Meg recebeu a notícia de que iria morar em outro país durante um tempo, o mundo de Oscar, seu melhor amigo, desabou. O garoto acostumado a ter sua melhor amiga na janela todos os dias ficou triste por sua partida, mesmo assim fez de tudo para que Meg se sentisse confortável com a ideia de conhecer um lugar novo, com pessoas novas e aventuras novas.

Tentando preencher a mente com algo novo enquanto Meg não voltava, Oscar decide ser simpático e acaba conhecendo sua nova vizinha Paloma. A menina linda, dos cabelos louros, que esta sempre acostumada a ser o centro das atenções logo se interessa por Oscar, mas algo nele não lhe agrada muito: sua inocência e suas tortas de maçã. As tortas de maçã, que Oscar aprendeu a fazer com a avó, são a solução para diversos problemas que as pessoas tenham em sua vidas. Mas para Oscar, neste momento, elas podem ser um pequeno problema.

Com um título estilo bem auto-ajuda, A Esperança é uma Torta de Maçã trouxe uma história juvenil bem gostosa que nos mostra como muitas pessoas na sociedade se deixam levar pela opinião que lhes é imposta e como isso pode trazer graves consequências para a vida de alguém.

A história é narrada pelos dois personagens principais, Meg e Oscar. Como a autora preferiu mostrar as cenas que se passam depois do sumiço de Oscar primeiro, os primeiros capítulos são um pouco confusos, mas depois tudo se encaixa no tempo que deveria ocorrer. Essa escolha de mostrar os fatos que desenrolaram o enredo depois foi uma boa jogada, porque o leitor se sente preso pra saber o que aconteceu com um personagem tão quieto e o que o levou a fazer o que fez.

Pode-se dizer que o foco da história é mostrar como a vida de Oscar foi arrasada por boatos maldosos e inveja, mas temos também pequenos focos com assuntos secundários que foram importante para a construção de todos os personagens e até mesmo da conclusão.

Falando assim parece que a história é confusa e muito detalhista, mas acontece que o livro é bem simples de ler e acompanhar. Foi uma leitura com todos os pontos que eu esperava. Uma história boa e envolvente, personagens profundos e bem feitos, e uma escrita leve que me trouxesse uma facilidade maior para ler o livro brevemente.

A Esperança é uma Torta de Maçã pode ter uma lição simples sobre a amizade, esperança, se entregar ao que sente e viver. É uma leitura muito recomendada para quem quer ler um livro rápido com uma história legal.

Resenha feita em parceria com a Galera Record.

Resenha| Princesa das Águas, de Paula Pimenta



Autora: Paula Pimenta / Ano: 2016 / Páginas: 368 / Editora: Galera Record / Nota: 3/5

Sinopse: "Ele estava tão perto que pude perceber a tonalidade verdadeira dos seus olhos. Antes eu pensava ser da cor de uma piscina. Mas agora eu via que não era bem isso. Eles eram como o mar quando fica mais fundo... Aquele tom exato em que o verde se torna azul."
Arielle Botrel é uma nadadora famosa, prestes a viver o maior desafio de sua existência: participar das Olimpíadas pela primeira vez. Porém, ao contrário do que todos pensam, ela não possui tudo que deseja. Por ser a filha caçula de uma grande família, a garota é muito protegida e, apesar das medalhas e dos troféus, sonha com um cotidiano diferente, onde possa ser livre. Até que um dia um acidente faz tudo mudar. Arielle é apresentada a um mundo novo... E nele existe alguém que vira sua vida de cabeça para baixo. Porém, para conquistá-lo, ela terá que abrir mão de sua voz. Será que Arielle - sem uma única palavra - vai conseguir conquistar esse príncipe? E se no coração dele já existir outra princesa?

Arielle é uma garota de 16 anos que está prestes a realizar um dos maiores sonhos dela: participar das Olimpíadas, que serão sediadas aqui no Brasil, como a maior promessa da natação do país. 

Por ser uma atleta de alto nível, ela tem uma rotina muito rígida de treinos e alimentação, o que faz com que tenha uma vida um pouco diferente das outras jovens da idade dela e se sinta presa ao que o pai e o treinador querem que ela seja, ao invés de realizar as próprias vontades. Isso faz com que Arielle seja um pouco rebelde: ela sai escondido para bares e festas quando na verdade deveria estar polpando o corpo para o esporte. 

Em uma dessas saídas, em uma festa de confraternização de atletas na Suíça (que Sula -ou Sulamita, o nome completo- a convidou), Arielle conhece Erico, um tenista que também é uma promessa das Olimpíadas. Aliás, conhecer não é o verbo correto, o que ela fez foi salvá-lo. Acontece que, em um determinado momento, Erico resolveu sair do ambiente da festa para falar ao telefone (com Arielle o seguindo, porque ela estava louca de paixão por ele) e se assustou com o cachorrinho que o estava perseguindo e acabou por cair na piscina. Arielle, sem pensar duas vezes, correu para resgatá-lo. 

Até que uma ambulância chegasse, a garota achou que deveria mantê-lo acordado, e por isso cantou para ele. Mas, mesmo assim, quando Erico se recuperou do acidente, ele não se lembrou quem o salvou. O garoto tentou fazer uma busca pelas redes sociais pedindo para que a salvadora dele se pronunciasse, mas Arielle não fez isso. 

E agora, como será que os dois vão se reencontrar? Será que esse reencontro vai acontecer mesmo? O que esperar das Olimpíadas? Ela promete!

Eu fiquei muito feliz quando a Sofia (dona desse blog lindo) me perguntou se eu gostaria de ler Princesa das Águas, porque fiquei muito interessada no livro, já que ele é um reconto da história d'A Pequena Sereia, uma das minhas princesas favoritas da Disney. 


De cara, podemos perceber que a estrutura da história original e da adaptação não mudou, veja: 
- Ambas as personagens principais têm 16 anos;
- O pai das duas é super protetor;
- Ambas fazem um acordo com uma pessoa do mal para conquistar o coração do amado;
- Até mesmo os nomes escolhidos pela autora estão fáceis para identificar os personagens: Arielle (Ariel), Erico (Erick), Sula ou Sulamita (Úrsula). 

Sula, uma das garotas da equipe de nado sincronizado do Brasil, aparenta ser muito simpática e prestativa no começo, mas ao longo da narrativa percebemos que não é bem assim. Ela me incomodou MUITO ao longo da narrativa por ser bastante insuportável. 

Algumas ações de Arielle também me deixaram muito irritada, porque ela não media as consequências do que fazia e às vezes tinha pensamentos e tomava atitudes muito infantis. 

Acho que minha nota para o livro foi baixa pela construção ruim dos personagens. O que salvou a narrativa foi Lino, o melhor amigo de Arielle, muito atencioso e cabeça aberta.

Se houver outras releituras da autora, como de A Bela e a Fera (e acredito que vai ter), eu gostaria de ler, mas não é algo que me deixa extremamente ansiosa. Seria mais para passar o tempo. "Princesa das Águas" é o terceiro livro da série Princesas Modernas.  


Luiza Lamas é blogueira e dona do Choque Literário.

Resenha| Boa Noite, de Pam Gonçalves


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Autora: Pam GonçalvesAno: 2016 / Páginas: 240 / Editora: Galera / Nota: 5/5
Sinopse: Alina quer deixar seu passado para trás. Boa aluna, boa filha, boa menina. Não que tudo isso seja ruim, mas também não faz dela a mais popular da escola. Agora, na universidade, ela quer finalmente ser legal, pertencer, começar de novo. O curso de Engenharia da Computação - em uma turma repleta de garotos que não acreditam que mulheres podem entender de números -, a vida em uma república e novos amigos parecem oferecer tudo que Alina quer. Ela só não contava que os desafios estariam muito além da sua vida social. Quando Alina decide deixar de vez o rótulo de nerd esquisitona para trás, tudo se complica. Além de festas, bebida e azaração, uma página de fofocas é criada na internet, e mensagens sobre abusos e drogas começam a pipocar. Alina não tinha como prever que seria tragada para o meio de tudo aquilo nem que teria a chance de fazer alguma diferença. De uma hora para outra, parece que o que ela mais quer é voltar para casa.

Julgando o livro pela autora, fiz corpo mole na hora de ler "Boa Noite". Me desculpem pela sinceridade, mas não consegui me atrair pelo livro logo de cara, então essa seria minha última opção de leitura para o ano. Mas para minha felicidade, eis que a leitura foi tão incrível que estou aplaudindo de pé Pam Gonçalves pela ótima obra que ela fez.

Alina é uma jovem prodígio de uma cidade pequena, que decidiu ir para uma cidade maior cursar sua faculdade. Disposta a respirar um ar novo e buscar seu lugar ao sol, ela se joga em uma vida totalmente diferente da que tinha. Com as novidades da cidade Alina acaba fazendo amigos novos, está em um curso formado por noventa por cento de homens preconceituosos que só sabem fazer piadas machistas, com ela e suas colegas e, quem sabe, um novo amor.

Na bagagem também veio uma rotina que ela nunca esperava: arrastada pela amiga, Alina começa a ir em festas, beber um pouco e até se soltar para dançar, coisa que ela nunca imaginava que faria. Só que nada é tão fácil assim, e a moça simples e delicada descobre algumas coisas sobre os jovens da faculdade que vão deixar ela revoltada. Mas Alina tem a chance de mudar as coisas se juntando as amigas de curso para poder ajudar não só as alunas do campus, como também meninas de todo lugar.

Começo elogiando a forma como Pam tratou um assunto sério da forma que realmente deve ser tratado. Ultimamente tenho lido livros juvenis ou adultos onde os autores colocam um assunto delicado no livro e o tratam apenas como forma de entretenimento ou enchimento de linguiça e não como algo que vá mudar a cabeça de quem leu.

Diferente do que citei acima, encontrei em "Boa Noite" uma ótima forma de quebrar preconceitos e ao mesmo tempo entreter o jovem que está lendo de uma forma tranquila e mais atual. Apenas duas coisas me incomodaram na leitura. Uma delas foi sentir um certo medo da autora de fazer com que Alina sofresse algo, como se ela fosse intocável só por ser a principal. Claro que eu tinha medo de que algo ruim acontecesse, mas percebi que tudo acontecia com outras garotas com mais facilidade do que com a principal.

O último ponto foi o excesso de referências. Tenho percebido isso em inúmeros livros nacionais e vejo que os autores estão se apegando demais a series, livros e sagas que gostam, e isso tira um pouco da minha atenção do cenário do livro (principalmente quando falam de Harry Potter). Tirando esses pequenos detalhes não tenho que reclamar de nada! A escrita da Pam é perfeita, a leitura foi um deleite e eu recomendo eternamente que seja feita.

O único motivo que fez com que eu não favoritasse o livro foi porque achei as ultimas paginas corridas demais. Talvez uma pisadinha no freio e mais páginas na história caíssem extremamente bem. Até porque o livro poderia ter inúmeras páginas que eu não ligaria.

Resenha feita em parceria com a Galera Record.

Resenha| Confissões de um Amigo Imaginário, de Michelle Cuevas

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Autora: Michelle Cuevas / Ano: 2016 / Páginas: 176 / Editora: Galera Júnior / Nota: 5 (Favorito)
Sinopse: Uma imperdível aventura de alguém que descobre existir apenas na imaginação de uma garotinha. Um livro para todos aqueles que, um dia, já se sentiram à margem, deixados de lado... invisíveis Jacques tem uma leve suspeita de que ninguém gosta dele. Professores o ignoram solenemente quando levanta a mão e até mesmo seus pais precisam ser lembrados de colocar um lugar à mesa para ele! Graças a Deus por Fleur, a irmã e companheira constante. Mas então Jacques descobre uma verdade devastadora: ele não é o irmão de Fleur; é seu amigo imaginário! E aí começa uma tocante e divertida busca por seu eu verdadeiro. Uma imperdível jornada em busca do significado da vida leva Jacques de encontro às mais peculiares crianças, imaginárias e reais, e o faz descobrir a incrível e invisível maravilha de ser quem se é.

"Confissões de um Amigo Imaginário" é um livro infantil carregado de emoções e lições de vida. O livro mostra a vida de Jacques, um garoto que vive aventuras imaginárias incríveis ao lado da irmã, mas que se sente invisível para o resto do mundo.
A vida de Jacques vira de ponta cabeça quando ele descobre que realmente é invisível para o resto do mundo, pois Jacques é um amigo imaginário, que foi criado pela pessoa que ele mais ama. Sua irmã.

Revoltado com o fato de não ser real e mais revoltado ainda por descobrir que não tinha vida própria, a não ser a imaginada pela criadora, Jacques aprende uma forma de se libertar da mente que o imaginou e parte em busca de novas aventuras. Mas um detalhe importante o amigo esqueceu de aprender: Jacques será sempre imaginário e nunca será totalmente livre, totalmente real.

Michelle Cuevas teve uma imaginação e simplicidade tão incrível na hora de criar a historia de Jacques, que me apaixonei logo de cara. Mesmo sendo um livro mais leve, puxado para o público infantil, podemos sentir a carga emocional que o enredo possui. A autora tem uma escrita muito boa de ser lida, então a gente acaba lendo o livro em poucos dias.

Jacques teve que aprender a se redescobrir, a se permitir sentir coisas novas, e com isso ele acabou mudando não só sua vida como a vida das pessoas que ele passou. Foi praticamente impossível segurar as lágrimas com o desfecho lindo que a história possui. Me senti honrada por ter tido a oportunidade de ler algo tão bom, tão tocante e emocionante. Sem dúvidas "Confissões de um Amigo Imaginário" marcou minhas leituras do ano e da vida também.

Preciso espalhar para o mundo o quão bom o livro é, e recomendar a todos que leiam e reascendam a chama imaginaria que existe dentro de nós.

"As vezes, problemas imaginários são mais difíceis de suportar do que problemas reais".
Resenha feita em parceria com a Editora Galera Record.

Resenha| Warcraft


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Autor: Christie Golden / Ano: 2016 / Páginas: 266 / Editora: Galera Record / Nota: 3/5
Sinopse: Há muito Azeroth está em paz. Após expulsar os trolls, com a ajuda de Medivh, Guardião do reino, humanos vivem em paz com os vizinhos elfos e anões. Mas um novo mal desponta no horizonte, e a guerra ameaça engolfar mais uma vez os domínios do justo rei Llane.
Uma raça temerária de invasores, os guerreiros orcs, insuflados pelo feiticeiro Guldan e liderados pelo monstruoso Mão Negra, fogem de seu mundo agonizante em busca de caça e oportunidades. Com a ajuda da vileza, a mais cruel das magias, Guldan criou um portal capaz de transportar sua Horda até Azeroth.
A maré verde, de orcs dominados por esse mal, toma de assalto as terras humanas. Morte e destruição ameaçam destruir a tudo e a todos. Então, de lados opostos, dois heróis surgem, em uma rota de colisão que decidirá o destino de sua família, seu povo e seu lar.
Durotan, o líder honrado do clã Lobo do Gelo, quer apenas uma chance para seu filho recém-nascido. Lothar, o Leão de Azeroth, busca redenção. E assim começa uma espetacular saga sobre poder e sacrifício, na qual a guerra tem muitas facetas e todos lutam por algo.
Depois de tomar uma decisão complicada para dar uma chance para seu povo, Durotan se vê em uma situação difícil em que terá que por tudo o que mais ama a perder. Por seu povo ele aceitou seguir o bruxo Guldan, e por seu povo precisa criar coragem para enfrentá-lo. A Terra nova que foi prometida não é tão boa quanto o bruxo prometeu e para conquistá-la uma guerra horrível terá que ser iniciada contra um inimigo que eles não conhecem muito bem...

Enquanto isso o rei Llane precisa encontrar uma maneira urgente de proteger seu reino, sua família, sua Terra, e para isso ele conta com a ajuda de Lothar, seu cunhado e comandante do exército. Lothar é um homem que guarda dores dentro de si, mas todas essas dores são jogadas para fora, como o rugido de um leão, quando entra no campo de batalha. E nesse momento tudo que ele mais quer é defender seu lar com todas as forças que tem, contra uma raça que os ameaça.

Continuando do ponto final de Warcraft: Durotan, o livro trás um prosseguimento da história de Durotan, ao mesmo tempo que introduz novos personagens ao enredo. No livro anterior reclamei um pouco da falta de dinâmica que o autor trazia, nessa continuação já pude sentir cenas mais quentes e impactantes que despertavam mais minha leitura.

Ao mesmo tempo que o livro trás uma continuação, ele busca focar no outro lado da história. Pra quem não leu o Durotan não tem problema nenhum, pois o autor sempre faz recapitulações para guiar o leitor e trazer uma facilidade maior para eles, porém para quem ler o prequel do filme acaba sendo algo muito cansativo porque você acaba lendo duas vezes a mesma coisa, só que em livros diferentes.

 A narrativa de Christie foi algo que pesou muito na construção da minha nota. O autor não conseguiu ter uma escrita que me agradasse nos dois livros e por isso as leituras foram medianas e me desagradaram um pouco.
Foi basicamente o que eu disse na outra resenha, para quem gosta do mundo de Warcraft talvez a leitura seja ótima, mas para mim faltou muito mais e não foi uma leitura agradável.

Resenha feita em parceria com a Galera Record.

Resenha| Warcraft: Durotan


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Autor: Christie Golden / Ano: 2016 / Páginas: 224 / Editora: Galera Record / Nota: 3/5
Sinopse: Em Draenor, sob a sombra da Montanha do Grande Pai, entre a Serra do Fogofrio e as terras do sul, o forte, honrado e ferozmente livre clã Lobo do Gelo enfrenta invernos cada vez mais rigorosos... e caça talbuques e fenocerontes cada vez mais escassos. No entanto, um Lobo do Gelo não reclama. Sob a liderança sábia de Garad eles perseveram, honrando os Espíritos da Terra, do Fogo, do Ar, da Água e da Vida. Outros orcs podem sentir prazer na matança... Não os Lobo do Gelo. Quando Guldan, um misterioso forasteiro, chega ao inóspito território ao norte, oferecendo uma terra rica em alimentos em troca da submissão do clã à sua Horda de orcs, o chefe declina. A dignidade de seu povo não está à venda. Assim como sua liberdade.
Arauto da morte, a partida de Guldan traz a reboque a morte de Garad e a ascensão de seu filho: Durotan. Agora cabe ao jovem líder manter seu povo unido em um dos momentos mais críticos de sua história. Contra a fome, o inverno rigoroso, a fúria dos elementos e os Andarilhos vermelhos... Será possível?
Durotan é um jovem orc, que já sabia que um dia iria liderar seu povo, os Lobo do gelo. O que ele não sabia era que essa liderança poderia acontecer mais cedo que o esperado, trazendo grandes questões que, talvez, nem mesmo o líder mais experiente soubera resolver.

Ao ver que seu lar esta morrendo e seu povo passando dificuldades, o jovem orc terá que decidir se continua lutando contra a fome ou se rende às promessas de um bruxo misterioso. Com a ajuda de Draka, sua mãe, seus xamãs e os espíritos que rondam os Lobo do Gelo, Durotan terá que decidir o que é melhor para seu povo naquele momento.

Duas curiosidades básicas que descobri quando comecei o livro foram: Durotan é o nome do personagem. Como não assisti Warcraft ainda achava que Durotan era o nome de um determinado local, desculpa gente. Durotan vem antes de Warcraft, o livro do filme. Então pra quem pretende ler os dois livros fica a dica: comece por Durotan e depois leia Warcraft.

Nas primeiras cem páginas do livro me senti muito incomodada com a leitura. Talvez por ser um livro mais focado em conhecer a historia dos orcs não tinha aquela ação que eu imaginava e o autor focava mais em mostrar a vida dos orcs - como eles caçavam, sobreviviam e suas tradições - e para um livro de quase trezentas páginas mostrar só isso acabou ficando muito cansativo.

No decorrer da história não acontece nada de muito surpreendente que pudesse envolver o leitor para devorar a leitura. Logo no final o enredo ganha um leve pique, mas que não foi o suficiente para me animar para o próximo livro.

A quantidade de personagens sempre me incomodará em um livro, (autores, as vezes menos é mais), principalmente quando o nome deles são parecidos ou começam com a mesma letra, e foi o que justamente aconteceu aqui. Só consegui decorar o nome de alguns principais pela quantidade excessiva de personagens secundários que são citados, mas que até agora não trouxeram um fundamento profundo pra história.

Não foi a leitura que eu esperava que seria. Talvez uma forma mais dinâmica de desenvolver a historia seria bem vinda no momento, principalmente por ser o livro que me apresentou o mundo de Warcraft. Quem já é fã da história pode ter uma facilidade maior em ler o livro. Coisa que infelizmente não tive.
Resenha feita em parceria com a Galera Record.

Resenha: Silêncio

Creditos www

Silêncio
Livro no Skoob: WWW
Livro: Silêncio
Autora: Richelle Mead
Ano: 2016 / Páginas: 280
Editora: Galera Record
Nota:

Sinopse: Pelo que Fei se lembra, nunca houve um ruído em seu vilarejo todos são surdos. Na montanha, ou se trabalha nas minas ou na escola, e as castas devem ser respeitadas. Quando algumas pessoas começam também a perder a visão, inclusive a irmã de Fei, ela se vê obrigada a agir e a desrespeitar algumas leis.
O que ninguém sabe é que, de repente, ela ganha um aliado: o som, e ele se torna sua principal arma. Ao seu lado, segue também um belo e revolucionário minerador, um amigo de infância há muito afastado em função do sistema de castas.
Os dois embarcam em uma jornada grandiosa, deixando a montanha para chegar ao vale de Beiguo, onde uma surpreendente verdade mudará
suas vidas para sempre. Fei não demora a entender quem é o verdadeiro inimigo, e descobre que não se pode controlar o coração.
Resenha: Fei é uma artista incrível. Seus desenhos tem a missão de mostrar para seu povoado as notícias do dia, pois por serem surdos essa é uma das poucas comunicações que lhe restam. Há muitas gerações que seu povoado não ouve e para desespero de todos alguns estão ficando cegos. Como boa parte das pessoas do povoado precisa trabalhar nas minas, para garantir a troca de comida por minérios, enxergar é mais do que necessário.

O que surpreende Fei é que no meio de tantos acontecimentos algo estranho e extraordinário acontece com ela... Fei consegue ouvir. Com essa novidade a moça decide descer a montanha até a cidade e conversar com os responsáveis pela comida de seu povoado. Junto com um antigo amor de infância, Fei descobre que as coisas não são como eles imaginavam e a partir daí ela terá que tomar inúmeras decisões que irá mudar não só sua vida, como a de todo seu povo.

Silêncio é meu primeiro contato com Richelle Mead. Já havia ouvido falar de outros livros da autora, mas calhou que essa acabou sendo minha primeira "aventura" com Richelle. O livro começa muito tranquilo e detalhado com a personagem principal, Fei, explicando como tudo funciona em seu povoado. Por ser um livo onde sua grande maioria é surda os diálogos são diferenciados do que costumamos ler, mas isso em nenhum momento foi um empecilho para realizar a leitura.

A obra tem uma carga muito boa de informações que poderiam ser mais exploradas. Entendo que o foco da autora pode ter sido Fei e seu povo, mas a impressão maior que ficou foi de que muita coisa poderia ser desenvolvida em outros livros e não ter encerrado daquela maneira.

Em sua maioria a leitura foi muito parada, sem nada de importante acontecendo para elevar mais a emoção de quem está lendo e quando acontecia era algo muito rápido, confuso e não tão desenvolvido como deveria ser. Epílogos sempre são os pontos altos em uma história, para mim, só que nessa situação acabou se tornando algo estranho que transpareceu uma pressa em terminar a história mais rápido do que deveria.

Algo que se tornou estranho na história também foi a forma como foi introduzida a mitologia para "explicar" algumas coisas do enredo. Do nada temos seres mágicos e protetores para colocar ordem em tudo e mudar a história, o que acabou se tornando uma pequena bagunça que contribuiu para minhas dúvidas e suposições do que se desenrolou no fim da trama.

Quanto a diagramação do livro minha única reclamação é em relação ao tamanho da fonte, em algumas partes meu único problema era o tamanho da letra que estava muito pequena. A capa está divina e a modelo escolhida foi perfeita para passar as características de força que Fei apresenta.

Mesmo tendo aquela facilidade de ler o livro faltou muito para que Silêncio fosse o livro que marcaria minhas leituras do mês e me mostraria algo novo que eu nunca havia lido. O livro é bom, não na medida e expectativa que eu carregava, e isso foi em partes decepcionante.
Resenha realizada em parceria com a Galera Record.

Resenha: Feios


Feios
Livro no Skoob: WWW
Livro: Feios
Autor: Scott Westerfeld
Ano: 2014 / Páginas: 400
Editora: Galera Record
Nota:

Sinopse: Tally está prestes a completar 16 anos, e ela mal pode esperar. Não por sua carteira de motorista – mas para se tornar bonita. No mundo de Tally, seu aniversário de 16 anos traz uma operação que torna você de uma horripilante pessoa feia para uma maravilhosa pessoa linda e te leva para um paraíso de alta tecnologia onde seu único trabalho é se divertir muito. Em apenas algumas semanas Tally estará lá.
Mas a nova amiga de Tally, Shay, não tem certeza se ela quer ser bonita. Ela prefere arriscar sua vida do lado de fora. Quando ela foge, Tally aprende sobre um lado totalmente novo do mundo dos bonitos – que não é tão bonito assim. As autoridades oferecem a Tally sua pior escolha: encontrar sua amiga e a entregar, ou nunca se transformar em uma pessoa bonita. A escolha de Tally faz sua vida mudar pra sempre. 

Resenha: Iniciei a leitura de Feios com uma expectativa lá no pé por conta das resenhas que li sobre ele. Acabou que talvez por falta dessa expectativa o livro acabou me agradando muito e a leitura foi bem mais rápido do que pensei que seria.

No mundo em que Tally vive todos que completam dezesseis anos virão perfeitos. Os perfeitos são adolescentes que passam por inúmeras cirurgias plasticas para ter o padrão de beleza que a sociedade aceita. Tally está muito ansiosa para que sua cirurgia aconteça, pois assim ela finalmente vai deixar de ser feia e poderá se juntar ao seu amigo que se transformou meses antes. Se tornando perfeita, além da transformação Tally poderia morar na Vila Perfeita, participar de todas as festas e ter todos os privilégios que os feios não tinham.

Lançamentos do mês: Galera Record



A MEDIADORA: LEMBRANÇA (VOL.7) - Agora, mais velha e experiente, tudo que Suze quer é causar uma boa impressão no primeiro emprego desde sua formatura — e desde o noivado com o Dr. Jesse de Silva, ex-
espírito e sua alma gêmea. Como se não bastasse, um fantasma de seu passado resolve aparecer. E esse não é um espectro que ela possa mediar. Afinal, Paul Slater está bem vivo, milionário e, ainda por cima, é o novo proprietário da antiga casa de Suzannah. Aquela na qual conheceu Jesse.
Isso não seria um problema se ela não tivesse acabado de descobrir que uma antiga maldição poderá transformar seu amado num demônio, caso seu antigo local de descanso seja demolido, como Paul pretende. Agora ela precisa dar um jeito em Paul, que a está chantageando sexualmente — isso mesmo... ou ela dorme com ele, ou perde Jesse —, enquanto tenta ajudar uma caloura assombrada por uma menininha muito poderosa...

A CAÇADORA DE BRUXOS - Na Ânglia do século XVI, a prática da magia é ilegal e infratores são queimados nas fogueiras. Elizabeth Grey é uma das melhores caçadoras de bruxos do rei: ela localiza e captura Reformistas, rebeldes suspeitos de praticar feitiçaria para que sejam julgados e executados, conforme manda a lei. Até que, inexplicavelmente, ela é incriminada e acaba presa sob a acusação de praticar a arte que se dedicou a erradicar. A salvação, no entanto, acaba vindo na forma de seu maior inimigo: Nicholas Perevil, o mago mais poderoso e procurado de Ânglia. À medida que Elizabeth se associa aos Reformistas, suas crenças sobre a legitimidade da proibição da magia são profundamente abaladas. Ela se vê em meio a uma contenda política de proporções épicas e percebe que seus antigos aliados agora são seus inimigos mortais. Será que Elizabeth está pronta para decidir de qual lado está sua lealdade, afinal de contas?

UM MUNDO MELHOR (VOL. 2 BRILHANTES) - Nick Cooper lutou para que os brilhantes, parcela da população dotada de habilidades incomuns, fossem aceitos e integrados na sociedade até uma rede terrorista, liderada por brilhantes, atingir três cidades e deixar o país à beira de uma guerra civil. Cooper é brilhante e agora também consultor do presidente dos Estados Unidos, e contra tudo o que os terroristas representam. Porém, conforme o país descamba para o caos, ele se vê forçado a participar de um jogo que não aceita perdedores, pois seus oponentes têm uma visão particular de um mundo melhor.

PRATA: A REVOLUÇÃO DO CARRASCO (VOL. 2) - O jovem agente do FBI, Chevie Savano volta à Londres contemporânea após uma viagem pela era vitoriana e encontra as coisas bem diferentes. A Europa está sendo governada por um movimento fascista conhecido como Boxita, que controla todo o território através do terror e da intimidação. As memórias de Chevie retornam fragmentadas, e, na medida que ela aprende sobre o programa do professor Charles Smart, inventor da máquina do tempo, ele é morto pelo serviço secreto da polícia. Agora cabe a Chevie e ao amigo Riley salvar o mundo.

NOITES ROUBADAS (VOL. 2 DIAS INFINITOS) - No ano anterior, o grande amor da vida de Lenah Beaudonte morreu ao conduzir um ritual para torná-la humana outra vez. Agora, ela executou uma cerimônia idêntica para o amigo Vicken, sem nenhuma consequência drástica para nenhum dos dois. A poderosa mágica usada no culto fez mais que tornar Vicken humano. Ela atraiu alguém a Lover’s Bay... Alguém que não pertence à pequena e charmosa cidade. Ela quer o ritual; quer Lenah morta. E irá matar os amigos de Lenah um a um, até que a ex-vampira lhe entregue a fórmula. Como se não bastasse, o ritual também despertou a ira dos Aeris, os quatro elementos e mais fundamentais poderes da Terra. O resultado é uma punição capaz de esmagar o coração de Lenah... Ela deve fazer uma impossível escolha: amor ou vida; presente ou passado; anseio ou realidade.

Resenha: O caderninho de desafios de Dash e Lily


 O Caderninho de Desafios de Dash e Lily Autores: David Levithan e Rachel Cohn
Ano: 2016 / Páginas: 256
Nota:

Sinopse: O novo livro de David Levithan e Rachel Cohn que juntos escreveram Nick e Nora Uma noite de amor e música acompanha a dupla Lily e Dash. Ela está doida pra se apaixonar e, pra encontrar o par perfeito, decide criar um caderninho cheio de tarefas e deixá-lo na livraria mais caótica de Manhattan. Quem encontra o moleskine é Dash, e os dois começam a se corresponder e trocar sonhos, desafios e desejos no caderninho, que vai se perdendo nos mais diversos lugares de Nova York.




Resenha: Dash estava buscando um livro de seu autor favorito, na estante de sua livraria preferida, quando encontrou um caderninho de capa vermelha se destacando entre eles. Ao abrir o caderno Dash foi desafiado a resolver um pequeno enigma para descobrir quem era a autora por trás daquele caderno. Ao resolver o segredo, que foi fácil e um tanto constrangedor, Dash quis ir além. Quis mostrar que também sabia jogar e iria até o fim para embarcar naquela aventura.

Lily já não tinha esperança de que alguém perderia seu tempo resolvendo um enigma idiota, mas se surpreende ao receber a noticia por seu primo, Mark, de que alguém não só tinha resolvido o enigma como também tinha levado o caderno consigo. O resultado? Dois jovens que nunca se conheceram pessoalmente passam dias se desafiando e revesando o caderno entre si para ver onde tudo isso ia dar.

Como, ao que parece, eu era a única pessoa na face da Terra que nunca tinha lido um dos livros de David Levithan o livro acabou sendo um bom desafio para dar um pontapé inicial para conhecer o autor. De quebra acabei conhecendo também Rachel Cohn, que co-escreveu o livro em questão.
Quando solicitei o livro coloquei o problemático preconceito a frente e já chutei logo de cara que a história seria melosa, chata e fru fru de adolescente. Obviamente estava enganada pois devorei grande parte do livro em algumas horas.

No início a leitura foi algo incrível de se ler. Principalmente porque estava cansada de enredos pesados de fantasias e afins. Dash com sua doce arrogância me conquistou logo de cara e Lily com sua escandalily foi o que mais me identifiquei no livro todo.

O que me decepcionou mesmo foi quando o livro estava quase chegando no final. Algo muito estranho, sem noção e sem sentido aconteceu de repente e então todo o livro perdeu o sentido e a graça. Em algumas páginas eu precisava voltar para ver se havia perdido alguma coisa, pois o único sentimento que eu poderia nutrir naquele momento era: ué?

Tanto David quanto Rachel tem uma escrita muito agradável (mesmo que eu ainda não consiga identificar quem é quem escrevendo). Mesmo isso sendo um ponto muito positivo pra mim o livro conseguiu me decepcionar por parecer muito forçado, como se os autores decidissem desde o começo do livro que teria que ter aquele final, porque se ele fosse diferente uma horda de fãs iriam surgir revoltados pela internet. Então toda aquela sensação de estar lendo algo maravilhoso foi se destruindo e se tornando uma coisa que foi empurrada no leitor.

O livro é bom, tem uma profundidade legal, um enredo satisfatório e uma escrita dinâmica. Mesmo assim deixou muito a desejar em alguns quesitos, principalmente por ser meu primeiro contato. Pra quem já conhece os autores ou deseja ler algo pra relaxar e passar o tempo pode  ser uma boa pedida, porém talvez não seja uma leitura cem por cento marcante para quem está lendo.

Lançamentos do mês: Galera


SilêncioA Geografia de Nós DoisO Amor nos Tempos de #LikesDe Volta a Blackbrick

SILÊNCIO - Richelle Mead, Pelo que Fei se lembra, nunca houve um ruído em seu vilarejo todos são surdos. Na montanha, ou se trabalha nas minas ou na escola, e as castas devem ser respeitadas. Quando algumas pessoas começam também a perder a visão, inclusive a irmã de Fei, ela se vê obrigada a agir e a desrespeitar algumas leis. O que ninguém sabe é que, de repente, ela ganha um aliado: o som, e ele se torna sua principal arma. Ao seu lado, segue também um belo e revolucionário minerador, um amigo de infância há muito afastado em função do sistema de castas.
Os dois embarcam em uma jornada grandiosa, deixando a montanha para chegar ao vale de Beiguo, onde uma surpreendente verdade mudará

suas vidas para sempre. Fei não demora a entender quem é o verdadeiro inimigo, e descobre que não se pode controlar o coração.

A GEOGRAFIA DE NÓS DOIS - Jennifer E. Smith. Lucy mora no vigésimo quarto andar. Owen, no subsolo... E é a meio caminho que ambos se encontram - presos em um elevador, entre dois pisos de um prédio de luxo em Nova York. A cidade está às escuras graças a um blecaute. E entre sorvetes derretidos, caos no trânsito, estrelas e confissões, eles descobrem muitas coisas em comum. Mas logo a geografia os separa. E somos convidados a refletir... Onde mora o amor? E pode esse sentimento resistir à distância? Em A Geografia de Nós Dois, Jennifer E. Smith cria tramas cheias de experiências, filosofia e verdade.

O AMOR NOS TEMPOS DE #LIKES - Pam Gonçalves, Bel Rodrigues, Pedro Pereira, Hugo Francioni. Os tempos mudaram, mas e o amor? Continua a dar aquele frio na barriga e fazer os jovens atravessarem quilômetros para viver uma paixão? Em "O Amor nos Tempos de #Likes", quatro booktubers se inspiram em três histórias da literatura para criar suas versões de contos românticos na era digital. Uma bela, jovem e famosa youtuber com medo do amor; um casal inesperado em um encontro às escuras (literalmente) e dois meninos apaixonados por livros tentando entender quem são e o que querem são os protagonistas destes contos que evocam "Orgulho e Preconceito" (Pam Gonçalves), "Dom Casmurro" (Bel Rodrigues) e "Romeu e Julieta" (Pedrugo).

DE VOLTA A BLACKBRICK - Sarah Moore Fitzgerald. Neste livro sensível e delicado, a autora utiliza o universo fantástico para falar sobre memória. O protagonista é Cosmo, um menino que vive com o avô e muitas vezes tem pouca paciência com ele. Na verdade, o avô sofre de Mal de Alzheimer e está perdendo a memória. Um dia, ele dá uma chave a Cosmo e pede que ele vá até a mansão de Blackbrick. O menino descobre que o local é, na verdade, um portal para o passado, e lá encontra o avô aos 16 anos. Com a nova convivência, ele vai conhecer de verdade sua história.

Resenha: Os 12 Magníficos: O Chamado


 O ChamadoAutor: Michael Grant
Ano: 2016 / Páginas: 192
Editora: Galera Junior
Nota:

Sinopse: Mack sofre de um grau agudo de mediocridade. Aparência medíocre, notas medíocres, pais medíocres. E, com uma lista interminável de fobias e um bully em seu encalço, Mack está longe de um destino heroico. Pelo menos era isso que ele pensava.
Até o dia em que um homem de 3 mil anos chamado Grimluk traz uma notícia surreal: Mack foi designado para lutar contra uma terrível força maligna que ameaça destruir o mundo. Ele é parte de um grupo chamado os 12 Magníficos, e cabe a ele encontrar os outros onze integrantes. Juntos, os Magníficos deverão enfrentar oponentes aterrorizantes em uma caçada internacional.
E o ponto mais surreal dessa história é: a única pessoa que acompanhará Mack nessa jornada é Stefan, o rei dos bullies da escola e seu arqui-inimigo.


Resenha: Há muito que eu estava buscado um livro infantil que me animasse, desse prazer de ler e me mostrasse o quanto eu perdi por não ler na infância. Ao mesmo tempo eu buscava encontrar um autor novo que me encantasse com uma escrita boa, simples e inspiradora. Consegui encontrar os dois em um único livro e é com muito prazer que venho dizer que esse livro é um dos meus favoritos. Então se preparem que a resenha de hoje vai ser grande.

Mack é um menino com inúmeros medos e um passatempo muito curioso. Mesmo tendo medo de bichos, oceanos e afins a única coisa que o garoto não teme são os bullies. Os bulliens são os mais velhos da escola que estão sempre pegando no pé dos mais novos e correr deles é uma aventura deliciosa para Mack. Como em qualquer outro dia o menino estava fugindo de seus bullies quando ele salva Stefan, o rei dos bullies, de um acidente que poderia te-lo matado. E essa não foi a primeira vez que Mack salvou Stefan... Continuando sua vida considerada esquisita e problemática por seus pais, Mack recebe a visita de um velho que afirma com todas as letras que ele, aquele menino cheio de fobias e esquisito, irá salvar o mundo de uma rainha muito poderosa e sua filha. Essa parte é a menos esquisita de toda a história, pois o garoto vai ver, ouvir e lutar contra coisas que ele nunca viu na vida. Sem contar o Gollem que vai se passat por ele enquanto tudo isso acontece.

Os 12 Magníficos foi minha aposta pessoal para esse ano por não conhecer o autor e seus livros. Por ser um livro infantil eu já esperava uma leitura mais calma e dinâmica, porém não imaginava que ia ser tão incrível quanto foi. Michael Grant conseguiu introduzir uma história de fantasia muito boa no mundo atual, sem ignorar as tecnologias e referências a cultura POP, ao mesmo tempo que colocava elementos de magia e seres sobrenaturais no enredo.

Enquanto eu ia realizando a leitura não pude deixar de notar uma pequena e simples semelhança entre o livro e a série Os Legados de Lorien, principalmente a parte de procurar outros membros do grupo para derrotar um inimigo em comum, mas não é nada que provoque uma guerra e acusações de plágio para todos os lados.

O que mais me animou na obra toda foi como o autor vai sempre direto ao ponto sem mostrar os diversos rodeios que alguns livros possuem. Mesmo sendo pequeno a obra não passa aquela sensação de que está faltando algo ou que tenha ficado um furo na história, porque o autor está sempre focando somente no que é necessário e irá trazer algo para o livro. Isso fez com que a narrativa ganhasse seu diferencial e tornasse tudo mais fluído e divertido do que já era.

Pelo que percebi nas continuações vamos conhecer personagens e lugares novos, então estou torcendo para que tenha uma visitinha de Mack aqui no Brasil. Foi uma aventura muito deliciosa ter conhecido o livro, a escrita do autor e seus personagens nesse livro. Tudo que espero agora é que seus outros livros não me decepcionem e que sejam tão bons quanto esse foi para mim.
Resenha realizada em parceria com a Galera Record.

Resenha: Yakuba


 Autor: Thierry Dedieu
Ano: 2016 / Páginas: 40
Editora: Galera Júnior
Nota:

Sinopse: Amanhece na savana africana. E, para o jovem Yakuba, é um dia especial: ele está prestes a se tornar um guerreiro. Para provar sua coragem, precisa, no entanto, enfrentar um leão. Sob o sol escaldante, o menino-homem caminha, com medo, e finalmente encontra o inimigo. Ansioso, ele corre para lutar, mas é paralisado pelo olhar do grande felino, que está ferido. Agora Yakuba deve decidir: ou mata o animal, e ganha o respeito da tribo, ou o poupa, e se torna homem a seus próprios olhos.

Resenha: Yakuba é um garoto que já está na idade certa para se tornar um grande guerreiro em sua aldeia. Mas para isso ele terá que passas por um teste que prove que ele está apto para o cargo tão importante para eles. O menino estava preparado para realizar o teste, porém ele não imaginava que teria que tomar uma decisão muito difícil e fazer uma escolha que mudara sua vida para sempre.

Yakuba é um livro que me surpreendeu logo quando chegou. Ao receber o pacote grande do correio fiquei imaginando o que haveria ali dentro e logo me deparei com um livro grande e de capa dura.
O livro é composto por 40 páginas, ilustrações muito lindas, trechos pequenos da história, mas uma mensagem muito linda que pode ensinar muita coisa para os jovens leitores.

É um livro muito rápido de ler, você pode ler em 5 minutos, mas o mais importante é a bagagem de conteúdo que, mesmo tendo poucas páginas, ele traz. A decisão de Yakuba acarretou uma consequência para a vida dele. Uma consequência que nos traz a reflexão do que faríamos se estivéssemos no lugar dele. Como eu disse anteriormente é uma pequena história que ensina muito para os leitores e pode ser adaptada para a sala de aula ou ambientes de ensino muito facilmente. Recomendei o livro para minha mãe que é professora e recomendo para todos os professores que estão lendo a resenha.


Resenha realizada em parceria com a Galera Record.



Lançamentos do mês: Galera Record



Um dos livros mais comentados de 2015 nos Estados Unidos, este é mais um sucesso arrebatador de Colleen Hoover, autora das séries Slammed e Hopeless.
Talvez um dia - Colleen Hoover. Sydney acabou de completar 22 anos e já fez algo inédito em sua vida: socou a cara da ex- melhor amiga. Até hoje, ela não podia reclamar da vida. Um namorado atencioso, uma melhor amiga com quem dividia o apartamento... Tudo bem, até Sydney descobrir que as duas pessoas em quem mais confiava se pegavam quando ela não estava por perto. Até que foi um soco merecido. Sydney encontra abrigo na casa de Ridge. Um músico cujo talento ela vinha admirando há um tempo. Juntos, os dois descobrem um entrosamento fora do comum para compor e uma atração que só cresce com o tempo. O problema é que Ridge tem uma namorada, e a última coisa que Sydney precisa agora é se transformar numa traidora. 368 páginas.

Resenha: Rebelde


 RebeldeAutora: Amy Tintera
Ano: 2016 / Páginas: 352
Editora: Galera Record
Nota:
Sinopse: Wren Connoly acreditou que seu lado humano tivesse ficado para trás no instante em que ela morreu... e voltou à vida como Reboot em surpreendentes 178 minutos. Com uma força extrema e treinada para ser o soldado perfeito, Wren precisou fugir da CRAH, Corporação de Repovoamento e Avanço Humano, para salvar Callum 22, o rapaz que lhe mostrou ser possível ter emoções, compaixão e até amor, sendo Reboot.
Após terem escapado da CRAH, Wren e Callum estão prontos para recomeçar a vida em paz, na reserva Reboot. Mas Micah, o Reboot que comanda o local, tem planos malignos em mente: dizimar os humanos da Terra. Micah vem construindo um exército Reboot há anos, e finalmente está pronto para iniciar ataques às cidades. Agora que fugiram, Wren e Callum precisam decidir se ficam ao lado de Reboots ou se abandonam tudo e vivem longe da guerra. Aos poucos, os dois percebem que só há uma alternativa: precisam se tornar rebeldes.

Resenha: Fica quase impossível falar desse livro sem dar um spoiler sobre seu antecessor, Reboot, e acredito que a sinopse por si só já revela algumas coisas. Fiquei alguns minutos pensando em como falar um pouco do livro sem dar muitas informações comprometedoras, então se você não quer ler o segundo parágrafo fique a vontade.

Resenha: Reboot


 RebootAutora: Amy Tintera
Ano: 2015 / Páginas: 352
Editora: Galera Record
Nota:
Sinopse: Quando grande parte da população do Texas foi dizimada por um vírus, os seres humanos começaram a retornar da morte. Os Reboots eram mais fortes, mais rápidos e quase invencíveis. E esse foi o destino de Wren Connolly, conhecida como 178, a Reboot mais implacável da CRAH, a Corporação de Repovoamento e Avanço Humano. Como a mais forte, Wren pode escolher quem treinar, e sempre opta pelos Reboots de número mais alto, que têm maior potencial. No entanto, quando a nova leva de novatos chega à CRAH, um simples 22 chama sua atenção, e, a partir do momento que a convivência com o novato faz com que ela comece a questionar a própria vida, a realidade dos reinicializados começa a mudar. 

Resenha: Conheci Reboot em seu lançamento, mas só agora tive a oportunidade de lê-lo. Com uma frase intrigante, humanos que morrem e depois de um tempo ressuscitam mais fortes e a promessa de um livro com grandes emoções, Amy Tintera conseguiu cumprir o que foi proposto e trazer um livro que nos deixa louco pela continuação.


Resenha: O Céu noturno em minha mente


 O Céu Noturno em Minha MenteAutora: Sarah Hammond
Ano: 2016 / Páginas: 288
Editora: Galera Júnior
Nota:
Sinopse: Mikey Baxter tem 14 anos, mas muitas coisas o diferenciam dos outros garotos da sua idade. Para começar, o pai está na prisão e a mãe se recusa a falar sobre o assunto. Ele sabe que, de alguma forma, isso está ligado à cicatriz em sua cabeça e ao fato de ele parecer ter mais dificuldade em entender certos assuntos do que os outros. Quando um misterioso assassinato ocorre em sua cidade e Mikey é o primeiro a chegar à cena do crime, ele não sabe o que pensar. O que o levou até ali? Quem teria matado o morador de rua da cidade, que parecia nunca ter feito mal a ninguém? E quem era o homem caipira que estava nos arredores?

Resenha: Mikey é um garoto quieto e um tanto solitário, que vive passeando por lugares que só ele e seu cachorro, Timmy, costumam ir. Com uma cicatriz atrás de sua cabeça, que ele não sabe como adquiriu, um pai preso e parte de seu passado "apagado", Mikey busca coragem para embarcar nas sombras do "Para trás" para finalmente entender o que realmente destruiu sua família e como tudo isso envolve um mistério que aparentemente ninguém consegue lhe explicar.

A história é narrada por Mikey, um garoto de 14 anos, e em alguns trechos pode-se ver a conexão que ele tem com seu cachorro e como tudo para ele parece confuso em determinados momentos de sua vida. Mesmo beirando seus 14 anos Mikey pode ser facilmente confundido com uma criança de 7/8 anos e isso esta conectado a cicatriz que possuí na cabeça.

Mesmo sendo um livro mais puxado para o público infantil a forma como a autora decidiu conduzir a história é muito confusa e as vezes cansativa. Intercalando o passado e o presente Sarah tenta mostrar ao leitor um dom que Mikey acabou ganhando quando também ganhou a cicatriz, mas essa relação acabou ficando um pouco estranha de se ler e algumas vezes precisava reler algumas partes para entender o que se passava.

Os personagens não são tão aprofundados, tirando o Mikey, claro, porque alguns o garoto só passou a conhecer em determinado ponto da história. A relação de Mikey e sua mãe é um pouco distante, por conta de tudo que aconteceu e isso foi um pouco decepcionante pois um laço forte entre os dois seria muito lindo de se ver.

Ao mesmo tempo que o mistério que envolve a trama é previsível ele também é muito bom e faz com que nossa curiosidade aumente para descobrir o desfecho da história. Por ser uma leitura rápida, mas cansativa o livro não é daqueles que se deve ir com sede ao pote esperando algo surpreendente que mude sua vida, mas é uma leitura interessante que pode agradar determinado público.
Resenha realizada em parceria com a Galera Record

Resenha de Abandono: Zumbeatles


 ZumbeatlesAutor: Alan Goldsher
Ano: 2016 / Páginas: 352 Página do abandono: 100
Editora: Galera Record
Nota:
Sinopse: A verdadeira invasão britânica chegou. Eles estão mais mortos-vivos do que nunca.
Nessa divertida releitura da trajetória da mais famosa banda inglesa, acompanhamos os principais acontecimentos na vida desses mitos do século XX... porém com um pequeno detalhe: os músicos são zumbis. Não os lentos e imbecilizados zumbis aos quais estamos acostumados. Mas zumbis espertos, rápidos e cheios de sex appeal. Além de alguns truques de controle mental. Entre sangue, suor, guitarras e iê-iê-iê — e a perseguição do implacável caçador de zumbis Mick Jagger —, eles são atacados por uma ninja do oitavo nível, Yoko Ono, condecorados pela rainha e consolidam uma invasão mundial.

Resenha: Entrando na moda de "zumbificar" personagens importantes que marcaram a história do mundo, Alan Goldsher trás em seu livro uma das maiores bandas que existiu: os Beatles.
John Lennon foi transformado, de forma bizarra, em zumbi pouco depois de ter nascido. Cresceu "normalmente" sendo um zumbi que mais tarde se tornaria um músico muito famoso ao lado de seus companheiros.

Não posso falar muito sobre o livro pois o abandonei nas cem primeiras páginas. Misturando a história da banda com um mundo zumbi, Alan Goldsher tenta reproduzir o que alguns autores, como Seth Grahame-Smith, fizeram quando o vírus zumbir invadiu a literatura, arrebatando milhares de fãs dos mortos-vivos, transformar alguns nomes do passado em zumbis e ver no que isso dava.

De forma cansativa e estranha o autor tenta conduzir a história da banda desde sua transformação até a escolha de seu nome. Como se fosse uma investigação jornalistica podemos ver o ponto de vista de pessoas importantes que estiveram na vida dos músicos e os conhecem mais profundamente. A leitura segue arrastada, as vezes confusa e talvez a escolha do autor de tentar misturar seres de outro mundo com personagens reis não tenha sido muito boa quanto ele imaginava.

O livro propõe que vejamos a vida dos músicos de forma engraçada e diferente, mas infelizmente isso não funcionou tão bem para mim. O problema não foram os zumbis (até porque já estou acostumada com eles porque tento sempre estar acompanhando as novidades desse universo), mas sim como o autor tentou forçar um pouco a barra nesse mundo paralelo.

A forma como as pessoas eram transformadas em zumbis é, ao mesmo tempo, muito diferente e muito nojento, e isso me agradou bastante, pois ver as diferentes formas de transformação gera sempre uma curiosidade para ver como tudo irá prosseguir, mas a curiosidade parou por ai.

Talvez o fato de não ser fã da banda tenha contribuído um pouco para o abandono, então recomendo para os fãs dos Beatles ou para aqueles que conhecem em partes sua trajetória e vida.

Resenha feita em parceria com a Galera Record

LANÇAMENTOS DE ABRIL: Galera Record


Oi Pessoal. Já iniciamos o mês com os lançamentos da nossa maravilhosa parceira Galera Record. Esse mês tem bastante continuação de séries, então se você estava esperando o segundo livro daquela série favorita fique de olho! Vamos ver?

Dama da Meia-Noite
DAMA DA MEIA-NOITE (VOL. 1 OS ARTIFÍCIOS DAS TREVAS) Cassandra Clare - Cinco anos após os acontecimentos de Cidade do Fogo Celestial, acompanhamos os Caçadores de Sombras do Instituto de Los Angeles enquanto tentam descobrir os responsáveis por uma série de assassinatos que vitimam tanto humanos quanto fadas. Emma Carstairs é uma guerreira, uma Caçadora de Sombras: a melhor de sua geração. Ela vive para lutar. E faz isso ao lado de seu parabatai, Julian Blackthorn. Juntos eles patrulham as ruas de Los Angeles, onde vampiros fazem a festa na Sunset Strip, e fadas — as mais poderosas das criaturas sobrenaturais — tentam se manter na linha depois de uma guerra com os Caçadores de Sombras.

O Livro de Cam
O LIVRO DE CAM: UNFORGIVEN Lauren Kate - Cam sabe o que é tormento. Ele viveu mais no Inferno que
qualquer anjo jamais deveria. Seu mais recente martírio se chama ensino médio. E o belo anjo está ciente da ironia nisso tudo. Mas após a escolha de Luce e Daniel, Cam não pode deixar de sentir que chegou a hora de também se render à única coisa que o leva mais alto que as próprias asas: o amor. Assim, Cam sela um pacto com o diabo, para tentar libertar das garras de Lúcifer a única alma que já amou: a mortal Lilith. A garota habita um purgatório particular em sua existência nos círculos do Inferno. Cada um escolhido e arquitetado com esmero pelo demônio. Tudo por causa de Cam... e seus pecados. No mais recente, ela é a pária da Escola Preparatória Trumbull. Nenhum amigo, nenhuma 
esperança. Mas, se em quinze dias Cam reconquistar Lilith, ela será libertada. E ambos poderão viver o amor que um dia o anjo renegou. Caso ele fracasse, há um lugar de destaque aguardando-o além da Muralha das Trevas.
The Originals - A Perda
A PERDA (THE ORIGINALS VOL. 2) Julia Plec Nesta continuação de Ascensão, os irmãos Mikaelson não demoram a perceber que reconstruir Nova Orleans foi apenas um passo na interminável guerra entre as milenares raças de vampiros, bruxas e lobisomens. Obcecado pelo poder, Klaus é o responsável por interferir no delicado equilíbrio sobrenatural da cidade. As bruxas estão isoladas nos pântanos e os lobisomens se foram, mas o Original está acostumado a ter o que quer e faz um pacto com uma bruxa para atender o que seu coração nunca deixou de desejar. O que ele não sabe é que com o pacto vem uma maldição, que pode lhe custar a vida e sua adorada cidade.
Outro Conto Sombrio Dos GrimmOUTRO CONTO SOMBRIO DOS GRIMM Adam Gidwitz Depois de revisitar a história de João e Maria, mostrando o conto 
original dos irmãos Grimm, o autor mais uma vez usa a escrita original dos autores para mostrar a verdadeira aventura de João e o Pé de Feijão. Juntem-se a este conto de fadas pra lá de diferente e acompanhem João e Jill pelas histórias dos Irmãos Grimm, de Hans Christian Andersen e de outras figurinhas do universo do faz de conta. E se preparem para descobrir paisagens incríveis, que podem— ou não! — ser assustadoras, sangrentas, aterrorizantes e cheias de surpresas.