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Resenha: Antes da Forca

Antes da Forca
Autor: Joe Abercrombie
Ano: 2014 / Páginas: 496
Editora: Arqueiro
Nota:

Sinopse: Nesta ardilosa sequência de O poder da espada, o futuro da União está em três frentes de batalha – e nenhuma delas parece nem perto da vitória.
Sand dan Glokta se tornou o todo-poderoso de Dagoska e tem de impedir que ela seja tomada pelos inimigos – tarefa difícil em uma cidade com muralhas decadentes e escassez de soldados. Além disso, o ex-torturador também precisa desvendar uma conspiração no conselho governante e salvar a própria pele.
Enquanto isso, nas terras congeladas de Angland, o coronel West tem pela frente uma complicada missão: proteger o príncipe herdeiro no campo de batalha e evitar que a inexperiência e a arrogância dele levem todos para a morte.
Ao mesmo tempo, Bayaz, o Primeiro dos Magos, lidera uma expedição que cruzará o continente até a borda do Mundo. Passando por terras amaldiçoadas e esquecidas no passado, ele precisa encontrar a Semente – uma relíquia do Tempo Antigo que poderia pôr um fim à guerra, ao exército de comedores que se multiplica no Sul e aos bandos de shankas que atacam no Norte.
Nesta trama inteligente e de personagens complexos, antigos segredos são revelados, batalhas sangrentas são travadas, inimigos mortais são perdoados – mas não antes de estarem na forca.

Resenha: Ao me deparar com "Antes da Forca" de Joe Abercrombie, segundo livro da trilogia A Primeira Lei, respirei fundo e pensei: Vamos ver o que temos aqui. O resultado foi impressionante e a leitura foi surpreendentemente agradável.
Quem acompanha o blog ou leu minha resenha sobre o primeiro livro sabe o quanto me senti incomodada com a leitura por diversos motivos. Com o segundo livro foi algo totalmente diferente e mesmo não dando cinco estrelas gostei muito do livro.

No segundo volume da trilogia vemos cenários de guerra para todos os lados. Continuamos acompanhando a vida dos três personagens principais: Glokta, Jezal e Logen, os dois últimos juntos em uma nova aventura. Podemos acompanhar também a vida de outros personagens, como: West, Ferro e os nórdicos, e amigos de Logen, Cachorrão, Três Árvores e Sinistro.

O primeiro livro da trilogia é a preparação e o anuncio de que muita coisa esta por vir. Já o segundo nos mostra o anunciado e surpreende quem não curtiu muito o primeiro volume da trama.
A escrita do autor ainda me incomoda em algumas partes, como nos detalhes e o desenvolvimento um pouco sobrecarregado, porém a adaptação com a mesma foi bem melhor e pude compreender que esse é o estilo do autor e que não é um sacrifício seguir sua forma de escrever.

O que mais me chamou a atenção na obra foi como o autor conseguiu se aprofundar mais no sentimentos dos personagens. Jezal sofreu uma transformação incrível ao ponto de deixar qualquer um em transe com aquele novo homem.
Nada é concreto nesse livro, ou seja, não podemos esperar soluções para guerras e aventuras pois somos introduzidos para mais guerras, aventuras e o pior: mistérios.

"Antes da Forca" foi realmente uma leitura agradável. Não esperava muito da obra, mas lê-la foi divertido e pude aproveitar melhor a trilogia,
Se eu tinha dúvidas de que Abercrombie poderia me conquistar agora eu tenho certeza de que ele pode, mesmo que nossa "relação" no começo não tenha dado muito certo.

Resenhas da trilogia:
O Poder da Espada (Livro 1)
O Duelo dos Reis (Livro 2 - em breve)

Resenha: O Poder da Espada

O Poder da Espada
Autor: Joe Abercrombie
Ano: 2014 / Páginas: 480
Editora: Arqueiro
Nota:


Sinopse: Sand dan Glokta é um carrasco implacável a serviço da Inquisição de Sua Majestade. Nas mãos dele, os supostos traidores da Coroa admitem crimes, apontam comparsas e assinam confissões – sejam eles culpados ou não. Por ironia, Glokta é um ex-prisioneiro de guerra que passou dois anos sob tortura.
Mas isso nunca teria acontecido se dependesse de Logen Nove Dedos. Ele jamais deixaria um inimigo viver tanto tempo. Só que isso foi antes. Agora ele está decidido a mudar. Não quer ser lembrado apenas por seus feitos cruéis e pelos muitos inimigos que se alegrarão com sua morte.
Já a felicidade do jovem e mulherengo Jezal dan Luthar seria alcançar fama e glória vencendo o Campeonato de esgrima, para depois ser recompensado com um alto cargo no governo que lhe permitisse jamais ter um dia de trabalho pesado na vida. Mas há uma guerra iminente e ele pode ser convocado a qualquer momento. Luthar sabe que, nos campos do Norte gelado, o embate segue regras muito menos civilizadas que as do esporte.
Enquanto a União mobiliza seus exércitos para combater os inimigos externos, internamente se formam conspirações sanguinárias e um homem se apresenta como o lendário Bayaz, o Primeiro dos Magos, retornando do exílio depois de séculos. Quem quer que ele seja, sua presença tornará as vidas de Glokta, Jezal e Logen muito mais difíceis. Agora a linha que separa o herói do vilão pode ficar tênue demais.

Resenha: "O Poder da Espada", de Joe Abercrombie, é o tipico livro que queria muito ler, então na primeira oportunidade que tive não pude deixar de agarra-lá.

O primeiro cenário se inicia com Logen, um nórdico conhecido pela sua habilidade de lutar e, principalmente, matar. Além do nórdico, o livro foca na vida de mais dois personagens: Glokta e Jezal, o que me dividiu em muitos momentos fazendo com que Glokta fosse meu personagem preferido pela interação maior que sentimos ao ler a vida do personagem. Glokta, atual chefe da Inquisição, foi um ex-soldado famoso que teve a má sorte de ser pego e torturado. Jezel, que ficou conhecido por ser mulherengo, tenta provar que pode ser alguém entrando para um duelo de esgrima.

O primeiro livro da trilogia "A Primeira Lei" passa a imagem de que muita coisa esta por acontecer. Logo no primeiro volume podemos perceber assuntos que fazem parte da nossa vida, como: politica, relações de interesse e o jogo de poder que os homens fazem para chegar ao auge.

O desejo que tinha em ler a obra, infelizmente, aos poucos foi se esvaziando. A escrita de Abercrombie por hora me animava e por hora me deixava incomodada. Era animador por alguns momentos, mas lento e arrastado por outros. A quantidade de personagens contribuiu para que parte do meu desanimo aparecesse. Joe tem uma escrita muito detalhada e posso dizer que ele é um dos autores mais detalhistas que pude conhecer, depois de Michael Ende, claro. 

Mesmo com uma boa quantidade de personagens senti muito a falta de personagens femininas e por isso pude perceber que me sinto mais a vontade com elas do que com todos os personagens homens. Temos mulheres? Sim! Ferro e Ardee, outra personagem que me conquistou, mas a presença delas não é tão marcante ao ponto de termos uma Daenerys, uma Katniss ou uma Hermione. 

Conforme a leitura ia seguindo minhas expectativas em relação ao livro iam mudando. Foi ai que comecei a perceber que esperava algo totalmente diferente.
Algumas partes da leitura passavam a sensação de serem desnecessárias. Ao todo o livro me passou alguns incômodos. Foi uma leitura que eu não estava totalmente preparada, admito. Tentei realiza-lá várias vezes no ano, mas só consegui termina-lá no final do ano por um grande impulso.

Quanto a diagramação tenho um pouco a reclamar. A fonte do livro ficou pequena demais o que dificultou minha leitura várias vezes, mas entendo que talvez a editora tenha preferido assim, porque o livro por si só tem um tamanho grande.

Mesmo com todos os pontos que citei quero ler a continuação, principalmente por estar curiosa para saber o que irá acontecer e os vários segredos que com certeza serão revelados.
Não vou criar expectativas imensas, mas quero ver o que o autor ainda pode nos mostrar nessa trama e mudar a visão que criei por conta do primeiro livro.

Resenha: Irmandade de Copra

Irmandade de Copra
Autora: Caroline Defanti
Ano: 2015 / Páginas: 432
Editora: Arwen
Livro cedido em parceria com a autora.
Nota:


Sinopse: Em um futuro longínquo, a quase extinção do ser humano fez com que os poucos que restaram lutassem pela sobrevivência em colônias extraterrestres. Entretanto, alienígenas se apossam da Terra e a curam, mas os homens desejam ter seu planeta e vidas de volta.
Mas os seres não parecem dispostos a abrir mão de seu novo lar. Por isso, os homens criam novos soldados, uma raça nova capaz de combater essas criaturas e recuperar o planeta.
Assim nasce a Irmandade de Copra!

Resenha: Mesmo sendo uma grande fã de ficção cientifica tenho percebido que, depois de ler Irmandade de Copra, minha lista de livros com esse gênero é muito pequena e quase inexistente.
O livro de Caroline Defanti me atraiu logo de cara por ter um dos gêneros que eu adoro explorar (geralmente através de filmes) e não pude deixar de aceitar ler esse livro que mostrou ser tão bom quanto parece.

Em Irmandade de Copra somos apresentados a um mundo distópico que foi destruído pelos humanos e restaurado por Aliens, assim que os humanos tiveram que  deixar a Terra para morar na Lua e em Marte, para salvar as pessoas que sobreviveram a esse colapso.
Logo de cara vemos um pouco do que foi feito pelos humanos em sua nova "casa" e é assim que conhecemos os Irmãos, que são humanos que se ofereceram para passar por um processo de transformação, para combater contra o povo Sherriel e recuperar a Terra.

O livro é narrado em terceira pessoa, um dos pontos positivos que adoro em muitos livros porque podemos ter uma visão mais ampla sobre a história. No início do livro, tenho que admitir, achei tudo um pouco confuso. Foi ai que comecei a perceber que não estava tão acostumada com livros de Ficção Cientifica e logo pensei que ia ter uma enorme dificuldade de ler o enredo da história. Mas logo depois vi que não é nada disso pois a autora tem uma escrita muito simples, mas detalhada, gostosa e a maior parte do tempo envolvente.

Um tempinho depois vemos um desenvolvimento melhor por parte da história e todas as pecinhas que buscamos no começo vão se encaixando ao mesmo tempo que outras vão surgindo. No primeiro momento somos apresentados à visão dos humanos, e tudo que sabemos sobre a nova Terra e seus novos habitantes é narrado por momentos de ódio e repudio, o que faz com que o leitor tenha os mesmos sentimentos em relação aos Copranos (nome que os humanos deram para os Aliens), pois não conhecemos o outro lado da história. E é ao conhecer o outro lado que tudo muda e começamos a perceber o quão idiotas somos ao julgar um povo que tem sentimentos semelhantes ao dos humanos e valorizam tudo, extremamente tudo, que tem.

A obra pode ser facilmente comparada a muitas situações de conflitos existente entre dois povos, o que acaba sendo uma grande lição de aprendizado e entretenimento. É incrível como a autora conseguiu desenvolver uma trama que explora a fundo tudo que é introduzido no livro. Por muitas vezes fiquei de queixo caído pelos detalhes que foram muito bem pensados. O aproveitamento que foi feito por parte da nossa cultura, da nossa natureza, do nosso mundo sendo mesclado com algo novo, culturas novas e um mundo restaurado foi uma grande tacada de mestre por parte de Caroline e é por isso que recomendo mais do que tudo esse livro.

Tenho o dever de avisar que o final é aberto. Sim! Mas não como O Doador de Memórias, que nos deixa com uma pulga atrás da orelha, mas como um livro que terá uma excitante continuação. Para ter uma ideia do que teremos nos próximos dois livros (Sim! Será uma trilogia <3) a autora deixou um belo Epílogo com o típico gostinho de quero mais que, na minha opinião, poucos autores conseguem fazer.

A ansiedade por batalhas que criei ao ler esse livro me deixa muito curiosa com os próximos volumes. Só de ler o "final" meu coração aperta e meus dedos ficarão cruzados até o próximo lançamento!
Fãs de Ficção Cientifica, ou não, aproveitem! Irmandade de Copra é um incrível deleite de como Caroline Defanti sabe muito bem o que está fazendo, com sua escrita deliciosa e sua história comovente.

Resenha: Confissões de inverno

Confissões de Inverno
Autor: Brendan Kiely
Páginas: 224
Editora: Arqueiro
Nota


Sinopse:À medida que sua família se desintegra, Aidan Donovan, um adolescente de 16 anos, procura consolo em estimulantes químicos, no estoque de bebidas do pai e nas atenções do padre Greg, o único adulto que realmente o escuta.
O Natal chega e seu mundo entra em colapso quando ele reconhece o lado obscuro do afeto que o padre Greg lhe dedica. Enquanto tenta dar sentido à própria vida, Aidan conta com o apoio de um grupo de amigos desajustados: Josie, a garota por quem se apaixona; a rebelde e espontânea Sophie; e Mark, o carismático capitão da equipe de natação.
Confissões de inverno mostra as formas pelas quais o amor pode ser usado como uma arma contra a inocência – mas também pode, nas mãos certas, restaurar a esperança e até a fé.

Resenha: Aindan é um menino de 16 anos, com problemas que alguns meninos da idade dele também já passaram e outro problemas que nem mesmo a pessoa mais velha do mundo suportaria passar.
Seu pai foi embora  e sua mãe tem coisas mais importantes no momento para fazer, digamos assim...

O livro começa nos mostrando o declínio que a vida de Aindan tomou, com a destruição de sua família, uma vida solitária que conta com um pouco de amor de sua empregada, Elena, e um padre ao qual ele adquiriu um enorme apreço.

Eu já disse em algumas resenhas que determinados livros me pegam de surpresa principalmente quando eu não dou muito por eles. Confissões de Inverno se encaixa perfeitamente nesse quadro e até agora não me arrependo de ter solicitado à editora.

Ao iniciar a leitura, logo na primeira página, comecei a imaginar que seria uma leitura cansativa e muito lenta, pois o autor despeja uma tristeza que nos dá essa leve impressão. Ao continuar os capítulos fui pega totalmente de surpresa porque eu simplesmente devorei a obra de Brendan Kiely, e estou surpresa até agora.

O livro trata de uma questão delicada: Abuso sexual. Mas em nenhum momento temos algo pesado, pelo contrário o autor soube narrar tão delicadamente a situação que podemos entender tudo que se passa na cabeça e na vida de pessoas que já passaram por isso.
A escrita do autor conseguiu me sugar e me levar para o mais profundo que existe dentro de Aindan e fui pega desprevenida ao sentir tudo que ele sentia ou pensava.

O que mais me agradou foi a construção que o autor fez questão de deixar claro. Aidan e sua mãe passam por um processo que nenhum dos dois tinham passado, mas ao se ver no declínio que entrou sua mãe busca força para resgata-los e não vai descansar enquanto não recuperar tudo que perdeu de viver com seu filho. Assim ela passa por um momento de redenção e percebe que tanto ela quanto seu filho precisam se unir para curar feridas.

Como eu disse, por conta da escrita de Brendan podemos ter uma visão mais ampla do assunto, mesmo que o livro seja narrado por Aindan e mesmo assim creio que isso favoreceu mais ainda.
Eu nunca tinha me aprofundado na questão do abuso sexual e a leitura foi meu primeiro contato. Poder ver a reação das pessoas que estão envolvidas de alguma forma me deixava com raiva, mas compreendi que mesmo sendo uma ficção os personagens tem dúvidas e medo, e é isso que os tornam reais.

Kiely mexeu comigo. Seu livo, suas palavras, seus personagens são como um enorme cutucão destinado as pessoas da nossa sociedade. É como se cada personagem dissesse: Ei! Nós estamos aqui!
Recomendo para todos! Sem limites ou discrição. Não se deixem enganar pelo tema que aborda ou a sinopse. Leiam! O turbilhão de sentimentos que o livro cria vai mudar sua forma de pensar... Vai mexer com você.

Resenha: Salsichas Galácticas

Salsichas Galácticas
Autor: Max Brallier
Ano: 2015 / Páginas: 304
Editora: Sextante
Nota:


Sinopse: Eu sou Cosmo, o Garoto Terráqueo. Sou o capitão da nave Salsicha Néon.
Vivo me metendo em confusão, mas minha maior paixão é a culinária – quando não estou ocupado em salvar o mundo, é claro. Junto com Herman, meu melhor amigo, vendo o melhor cachorro-quente da galáxia. Passamos os dias cruzando o cosmos e...
1) Preparando o Mega Cachorro-Quente. (Cara! Esse cachorro é do tamanho de um jipe!)
2) Fugindo de vermes mutantes, piratas zumbis do espaço e robôs rabugentos.
3) Jogando videogame. (Tapa na orelha turbo: 9.000 pontos!)
4) PROTEGENDO A GALÁXIA do Mal Supremo. (Na verdade, sou um cara incrível!)

Resenha: O livro de Max Brallier é uma boa escolha para pais que querem introduzir seus filhos no mundo literário. Salsichas Galácticas pode ser uma escolha favorável para isso por ser um livro infantil fácil e cheio de ilustrações, com lindos detalhes que agrada a esse público.

Mesmo tendo uma edição maravilhosa algo que deveria ser o foco não me agradou: a história. Senti muito a falta de uma história tocante e que agradasse realmente os leitores. O enredo me deu aquela sensação de já ter visto a história em outros lugares e por ser tão simples e repetida ficou sem graça. Vários pontos da história não foram explorados e no final acabou gerando várias perguntas que o autor preferiu responder depois.

Todo esse conjunto me deu uma sensação de "estar em cima do muro" ao decidir o que achei do livro. A proposta de Max é muito boa, só que contém muitos erros. Ao meu ver o autor se sentiu confuso ao tentar fazer um livro infantil com uma história confusa e complexa e por isso acabamos recebendo uma coisa mais fraca e que deixou a desejar.
Por outro lado tentei compreender colocando na balança minha idade e pensando se uma criança (ou até mesmo na minha infância) adoraria o livro e acharia tudo perfeito.

Falta algo em Salsichas Galácticas e espero que o autor conserte isso nos seus próximos livros.

Resenha: O Despertar do Príncipe

Veja como foi conhecer a Colleen Houck aqui em São Paulo (www)

O Despertar do Príncipe
Autora: Colleen Houck
Ano: 2015 / Páginas: 384
Idioma: português
Editora: Editora Arqueiro
Nota


Sinopse: Quando a jovem de dezessete anos, Lilliana Young, entra no Museu Metropolitano de Arte certa manhã, durante as férias de primavera, a última coisa que esperava encontrar é um príncipe egípcio ao vivo com poderes divinos, que teria despertado após mil anos de mumificação.E ela realmente não poderia imaginar ser escolhida para ajudá-lo em uma jornada épica que irá levá-los por todo globo para encontrar seus irmãos e completar uma grande cerimônia que salvará a humanidade.Mas o destino tem tomado conta de Lily, e ela, juntamente com seu príncipe sol, Amon, deverá viajar para o Vale dos Reis, despertar seus irmãos e impedir um mal em forma de um deus chamado Seth, de dominar o mundo.

Resenha: Já fazia alguns meses que eu estava procurando um livro que me sugasse, me deixasse emocionada e arrebatasse meu coração.
O Despertar do Príncipe foi o primeiro contato que tive com a Colleen Houck, e já posso dizer que amei a experiência e não vejo a hora de ler outros livros da autora.

Em O Despertar do Príncipe a autora apresenta ao leitor a cultura egípcia de uma forma encantadora e fácil de entender. Colleen tem uma escrita simples e ágil que te faz querer devorar o livro em poucos segundos. A autora soube mesclar muito bem aventura e romance com a cultura egípcia, o que acaba nos proporcionando descobrimentos e lições que são dadas através de Amon e outros personagens. Mas o ponto positivo para mim, que não é muito fã de romance, foi ver que ela não focou somente no romance e sim deu espaço para que Lily vivesse uma grande aventura e descobrisse como é ser livre de verdade, ao mesmo tempo o leitor também vive essa aventura e torce para que a personagem central cresça mais e mais.

Mesmo que a autora tenha conquistado um espaço no meu coração, não pude deixar de notar que os diálogos do livro podem ser mais trabalhados. Muitas vezes os diálogos eram mornos e outras vezes tinham enxurradas de informações sobre o Egito, que explicam as origens de Amon, e que podem confundir o leitor por conta da forma que a autora escolheu para mostra-las.

Acredito que alguns personagens irão crescer e ser mais explorados ao longo da série, principalmente Lily que, ao meu ver, apresentou grandes mudanças no fim do livro. No começo algo que me incomodou foi os detalhes exagerados de sua riqueza que a personagem exaltava, alguns trechos contém muitos detalhes de como é o apartamento dela, sua vida rica e suas roupas caras, mas depois isso muda e Lily passa a ser uma garota aberta a novas coisas e novas experiências, assim ela acaba esquecendo o quão rica ela era.

Como eu disse anteriormente, Colleen sabe colocar cada parte da história em seu devido lugar, sendo assim o final não poderia ter sido melhor! O amor que brotou entre Amon e Lily é tão fofo que nos faz suspirar e criar uma grande torcida entre os dois. A autora finaliza o livro da forma que eu mais gosto: com um epílogo que conseguiu deixar qualquer pessoas louca para que o livros dois seja lançado o mais depressa possível.

O livro é uma ótima forma de aprender mais sobre uma cultura, se divertir e ler ao mesmo tempo. Houck está de parabéns por ter escolhido trabalhar com uma cultura tão rica, linda e interessante, ao ponto de deixar qualquer um apaixonado com o que ela escreve.

P.S: Eu nem preciso comentar nada sobre essa edição maravilhosa que deixa qualquer colecionador de livros babando!

Resenha: O Sangue do Cordeiro

O Sangue do Cordeiro
Autor: Sam Cabot
Ano: 2015 / Páginas: 368
Editora: Arqueiro (Editora Parceira)
Nota:

Sinopse: Este documento, querida amiga, vai abalar a Igreja.”
Ao ler essas palavras em uma carta encontrada em um arquivo empoeirado, Thomas Kelly fica cético. O documento citado na correspondência está desaparecido, mas Thomas, padre da ordem dos jesuítas, duvida que exista algo com tal poder – até ser convocado ao Vaticano para iniciar uma busca desesperada por ele.
Enquanto isso, diante de um conselho formado por seus superiores, Livia Pietro recebe instruções claras: encontrar um padre jesuíta recém-chegado a Roma e juntar-se a ele na procura da Concordata, um tratado que contém um segredo tão chocante que poderá destruir para sempre todo o povo de Livia.
Enquanto pistas cifradas do passado lançam os dois em um universo traiçoeiro repleto de obras de arte, maquinações religiosas e conspirações, eles são caçados por pessoas capazes de tudo para achar o documento primeiro. Thomas e Livia, então, precisam correr para montar o quebra-cabeça capaz de redefinir os rumos da história e evitar o caos e a destruição que a revelação da Concordata poderá causar. Livia, porém, tem um segredo: ela e seu povo são vampiros.
Com uma narrativa que remete ao estilo de Dan Brown e ao terror sobrenatural de Anne Rice, O sangue do cordeiro é uma viagem inesquecível a um passado inimaginável.

Resenha: Esse livro foi como uma grande montanha-russa para mim. Em alguns momentos minha nota era 4, depois 3 e subia para 4 de novo. Em O Sangue do Cordeiro, Sam Cabot (pseudônimo de Carlos Dews e S. J. Rozan) desenvolve uma trama que poderia ser mais trabalhada e explorada para um lado mais sombrio e, digamos, com mais sangue.

Ler um livro que tenha um enredo sobre vampiros e a igreja católica pode ser animador e ao mesmo tempo cansativo,  e foi essa a sensação que eu tive ao ler essa obra. Por juntar dois mundos que geraram tantas histórias e lendas eu imaginava que o autor (ou os autores) iria nos mostrar uma grande batalha e um mistério que faz com que você não pare de ler até acabar. Não é exatamente isso que acontece. Há sim uma intriga entre a igreja católica e os vampiros, mas eu esperava algo mais emocionante.

Talvez, a ideia do autor de colocar vários personagens para chamar a atenção do leitor tenha falhado muito nesse livro. Não senti necessidade nenhuma de colocar personagens insignificantes, que só apareciam de vez em quando, para criar aquele suspense de como será o final. E acabou que alguns desses personagens eram tão insignificantes que o final deles na obra me deu raiva e me fez pensar: Pra que isso?.

Lívia e Thomas são dois personagens que me atraíram e, se eles existissem, eu adoraria conhece-los. Por mim, se eu fosse o autor, colocaria apenas eles dois atrás da Concordata e o livro se desenvolveria de uma forma mais rápida, agradável e muito mais emocionante.

A escrita de Sam Cabot não me agradou 100%, mas também não me decepcionou. Acho que se o autor tirasse toda a enrolação e partes desnecessárias tudo estaria bem e sua obra seria minha favorita. Até entendo que ele focou mais na parte da igreja católica, porém seria muito legal ver os vampiros agindo como os vampiros do livro Abraham Lincoln- Caçador de Vampiros, a trama ficaria mais balanceada e desesperadora.

Ao todo o livro não foi um dos meus favoritos do ano, mas também não foi uma grande decepção. Mesmo tendo vários personagens e coisas nada a ver tentei focar mais nos principais e acabei gostando da inteligencia de Lívia e Thomas e da mensagem que o autor quis passar de que mesmo tendo votos e acreditando em algo, somos humanos e temos desejos (no caso de Thomas, que era  padre e Lívia, que era vampira, e cometeu um erro que não posso contar). O autor também mandou muito bem ao juntar a história real com o fictício. Ver "revelações" de personagens tão importantes para a nossa história consegue deixar qualquer um de boca aberta! P.S: Quem leu vai saber do que estou falando.

Eu adorei a capa desse livro, o capista soube dosar o vermelho sangue com a imagem da igreja. Dentro do livro tem um mapa de Trastevere, que é o local que a trama se desenvolve, que ajuda o leitor a seguir os paços dos personagens.

Resenha: Harry Potter:A Magia dos Cinemas

Oi Pessoal. Hoje eu vim trazer uma resenha bem diferente das que eu já fiz aqui. 
Eu vim mostrar para vocês minha nova aquisição, que eu amo de todo meu coração.
Quer ver mais um pouco? é só clicar ali em Leia mais...

Minha experiência com o Kindle

Amanda, conto de Alice Aguiar, uma blogueira fofa que eu amo bater um papo (www)

Oi Pessoaaaal! (imaginem eu falando isso com a voz roca)
Hoje eu vim relatar para vocês minha experiência que tive com esse aparelhinho lindo que tem me dado a oportunidade de ler livros incríveis em diversos modelos... Não sabe o que é? Ficou curioso? Calma! Eu vou explicar tudo pra vocês. É só clicar em Leia Mais, ali no cantinho. :)

Resenha: Amaldiçoado (O Pacto)

Amaldiçoado
Autor: Joe Hill
Ano: 2015 / Páginas: 320
Editora: Arqueiro

Sinopse: Ignatius Perrish sempre foi um homem bom. Tinha uma família unida e privilegiada, um irmão que era seu grande companheiro, um amigo inseparável e, muito cedo, conheceu Merrin, o amor de sua vida. Até que uma tragédia põe fim a toda essa felicidade: Merrin é estuprada e morta e ele passa a ser o principal suspeito. Embora não haja evidências que o incriminem, também não há nada que prove sua inocência. Todos na cidade acreditam que ele é um monstro. Um ano depois, Ig acorda de uma bebedeira com uma dor de cabeça infernal e chifres crescendo em suas têmporas. Além disso, descobre algo assustador: ao vê-lo, as pessoas não reagem com espanto e horror, como seria de esperar. Em vez disso, entram numa espécie de transe e revelam seus pecados mais inconfessáveis. Um médico, o padre, seus pais e até sua querida avó, ninguém está imune a Ig. E todos estão contra ele. Porém, a mais dolorosa das confissões é a de seu irmão, que sempre soube quem era o assassino de Merrin, mas não podia contar a verdade. Até agora. Sozinho, sem ter aonde ir ou a quem recorrer, Ig vai descobrir que, quando as pessoas que você ama lhe viram as costas e sua vida se torna um inferno, ser o diabo não é tão mau assim.

Resenha: Não julgue um personagem pelo primeiro capítulo de um livro. Foi praticamente essa mensagem que capitei ao ler esse livro.
Amaldiçoado, publicado originalmente como O Pacto, foi o primeiro livro que li de Joe Hill e toda primeira vez pode ou não te agradar. Eu fui mais além e fiquei no meio termo.
O autor tem uma forma de narrar muito detalhista, e esse é um dos ponto que eu não gosto muito em livros, que algumas vezes me deixou dispersa e com a sensação de que tudo seria mais fácil se ele fosse direto ao ponto, só que depois de um tempo comecei a entender porque que o autor escolheu fazer o livro dessa forma.

No começo somos apresentados ao personagem principal, Ig, e aos secundários, sua família, amigos e  sua namorada. Logo de cara podemos notar a personalidade de alguns personagens e com isso ocorre o famoso julgamento que temos ao conhecer algo.
Já no meio do livro começamos a perceber que falhamos ao acreditar que certas atitudes dos personagens diz algo sobre eles.
A personagem que mais julguei foi Merrin, namorada de Ig que foi estuprada e assassinada, e quando percebi que tinha uma visão errada sobre ela me senti culpada e comecei a pensar como o autor foi genial ao confundir nossa mente e descrever os fatos de trás para frente, primeiro vemos as cenas do presente e depois cenas que mostram o passado dos personagens.

O que menos me atraiu no livro foi sua dinâmica. As vezes a leitura ficava meio parada e por ser um livro de terror eu esperava que me desse mais medo ou tivesse mais cenas sombrias.
Ao todo o livro é muito bom e Joe desenvolveu ótimos personagens.
Minha nota não foi quatro só pelo enredo ou a escrita do autor e sim pela forma como ele soube desenvolver a trama e nos deixar surpresos.

Nota

Resenha: Uma Curva no Tempo

Uma Curva no Tempo
Ano: 2015 / Páginas: 256
Idioma: português
Editora: Arqueiro


Sinopse:A noite do acidente mudou tudo... Agora, cinco anos depois, a vida de Rachel está desmoronando. Ela mora sozinha em Londres, num apartamento minúsculo, tem um emprego sem nenhuma perspectiva e vive culpada pela morte de seu melhor amigo. Ela daria tudo para voltar no tempo. Mas a vida não funciona assim... Ou funciona?

A noite do acidente foi uma grande sorte... Agora, cinco anos depois, a vida de Rachel é perfeita. Ela tem um noivo maravilhoso, pai e amigos adoráveis e a carreira com que sempre sonhou. Mas por que será que ela não consegue afastar as lembranças de uma vida muito diferente?

Resenha: Uma Curva no tempo conta a história, um tanto confusa, de Rachel que após sofrer um acidente perde parcialmente a memória e está lutando para descobrir as verdades sobre sua vida.
O livro desenvolve uma trama fácil de ler, bem desenvolvida e bem escrita mas que no final me deixou com grandes dúvidas.
A escrita de Dani Atkins é muito favorável pois a forma como ela escreve me agradou muito e facilitou minha leitura em algumas situações.
A autora aproveitou muito bem o tema que envolve acidentes, coma e Alzheimer e escolheu o típico final sugestivo que mexe com a cabeça dos leitores, ou pelo menos mexeu muito com a minha.
Senti um pouco a falta de algumas explicações, de pequenos detalhes, que poderiam ter ficado mais claros, principalmente porque envolvia um pouco da vida de outros personagens.
Mesmo tendo alguns pontos de interrogação a leitura foi muito proveitosa e teve um final que me deixou super emocionada, e olha que são poucos os livros que conseguem deixar meus olhinhos molhados.
Ao todo o livro é bom e para uma primeira experiência com a autora foi bem agradável. Eu mudaria alumas coisas e focaria em outras mas o final acabou compensando.
Recomendo o livro para os chorões de plantão, que adoram um final bonitinho e emocionante, e também para quem quer ler um livro bom e que te faz pensar em algumas coisas da vida.

Nota:

Resenha: Distopia


Autora: Kate Willians (Parceira do blog)
Ano: 2015 Páginas: 243 (pdf)


Sinopse: Em uma sociedade governada por militantes, com um sistema incorruptível, as crianças são isoladas no regimento militar aos sete anos de idade e treinadas para serem soldados. Lá, eles aprendem da forma mais cruel a atirar e a matar, perdendo muito cedo a sua inocência. Depois da Grande Guerra, o mundo passou a ser dividido entre governantes e governados e cada um tem as suas dores, suas mágoas e limitações. E o que nos resta saber é: de qual lado você está? Porque no final das contas, não estamos vestidos para lutar... Assim como nunca estaremos vestidos para morrer...

Resenha: Distopia conta a história de um mundo que foi criado, ou recriado, depois de uma Grande Guerra. Mesmo tendo grandes mudanças vemos muitos assuntos que estão presentes no nosso mundo, como por exemplo: o machismo e as divisões de classes.
Kate tem uma escrita muito gostosa e cheia de técnica, o que só mostra que ela é uma ótima escritora, mesmo assim não consegui me sentir totalmente conectada ao livro e senti que faltava alguma coisa que até agora infelizmente não sei dizer o que é. É um livro muito bom e bem escrito, mas que deixou a desejar, ao meu ver, em alguns pontos: algumas vezes senti que a autora estava um pouco perdida em relação a mensagem que queria passar ao leitor e em algumas situações as coisas se misturavam, os personagens foram bem planejados mas algumas atitudes deles me deixava muito irritada como o ato de revirar os olhos a todo momento e as criticas feitas poderiam ser mais exploradas pois muitas vezes passavam muito rápido. Um dos pontos positivos do livro são as divisões dos capítulos que terminavam com interlúdios que nos mostrava  o passado dos personagens, achei essa parte muito legal pois ao mesmo tempo que íamos descobrindo o novo mundo íamos também vendo como ele foi feito. O fato de ter uma personagem feminina forte me agradou muito, mesmo assim não senti muita necessidade dela ter um par romântico naquele momento, pelo menos não por enquanto (isso foi um pequeno spoiler?). Algumas mudanças, muitas vezes repentinas, nos personagens poderiam ser mais abordadas principalmente a relação de pais e filhos.
Distopia é um livro que poderia ser mais explorado, e mesmo não tendo me agradado cem porcento não posso deixar de afirmar que a autora começou com o pé direito e que tem tudo para ser uma ótima história. Mesmo tendo algumas coisas que não me agradaram, não pude deixar de notar que Kate é muito talentosa e que com certeza vai melhorar muito sua forma de escrever. Minha torcida é que o segundo livro seja mais elaborado e que a escrita da autora continue contribuindo para os fatores positivos da história.

Nota:

Resenha: O Príncipe dos Canalhas

O Príncipe dos Canalhas
Autora: Loretta Chase
Ano: 2015 / Páginas: 288
Idioma: português
Editora: Arqueiro (Editora Parceira)


Sinopse: Sebastian Ballister é o grande e perigoso marquês de Dain, conhecido como lorde Belzebu: um homem com quem nenhuma dama respeitável deseja qualquer tipo de compromisso. Rejeitado pelo pai e humilhado pelos colegas de escola, ele nunca fez sucesso com as mulheres. E, a bem da verdade, está determinado a continuar desfrutando de sua vida depravada e pecadora, livre dos olhares traiçoeiros da conservadora sociedade parisiense. Até que um dia ele conhece Jessica Trent...
Acostumado à repulsa das pessoas, Dain fica confuso ao deparar com aquela mulher tão independente e segura de si. Recém-chegada a Paris, sua única intenção é resgatar o irmão Bertie da má influência do arrogante lorde Belzebu.
Liberal para sua época, Jessica não se deixa abater por escândalos e pelos tabus impostos pela sociedade – muito menos pela ameaça do diabo em pessoa. O que nenhum dos dois poderia imaginar é que esse encontro seria capaz de despertar em Dain sentimentos há muito esquecidos. Tampouco que a inteligência e a virilidade dele pudessem desviar Jessica de seu caminho.
Agora, com ambas as reputações na boca dos fofoqueiros e nas mãos dos apostadores, os dois começam um jogo de gato e rato recheado de intrigas, equívocos, armadilhas, paixões e desejos ardentes.

Resenha: Depois de ter lido alguns romances que me decepcionaram meu coração travou e decidi que não leria mais esse gênero. Mas como toda decepção gera, de certo modo, uma cegueira, esqueci de dizer para mim mesma que não existe só um tipo de romance. Foi ai que surgiu na minha vida O Príncipe dos Canalhas. Quando a Arqueiro me mandou o e-mail com os lançamentos passei longe desse livro pois pensei que não iria ser bom. Só que ai decidi dar uma chance e acabei escolhendo ele. Para minha surpresa eu acabei gostando da leitura.
Loretta me mostrou que existem muitos romances que conseguem misturar uma bela história de amor, com uma sensualidade excitante e uma escrita gostosa e muito bem feita.
O livro tem personagens muito bem construídos e suas transformações ao longo do livro são lindas, principalmente vindo da parte de Dain.
Uma das coisas que pude notar é que a autora tem um jeito ótimo de fazer o enredo. Sempre que eu achava que o livro ia ficar chato e comum Chase introduzia elementos que mudavam a história e nos mostrava mais ainda que ela sabia o que estava fazendo.
Eu adorei a forma com que a autora escreveu seu livro e posso garantir que ele tem uma das coisas que eu mais admiro em um belo livro: a mistura de cenas de sexo com uma história bela e sentimental. Eu já li livros em que as autoras não souberam dosar as cenas de sexo e por isso acabou apagando a história e o romance. Mas Loretta soube encaixar tudo em seu devido lugar e na hora certa.
É um livro muito bom, que me agradou por completo e me mostrou que existem outros tipos de romance. Fiquei tão aliviada de ter acertado na escolha desse livro que não vejo a hora de ler outros romances de época e outros livros da autora.
Recomendo para todos, não só aqueles que gostam de romances, mas para todos leitores que querem ler um livro bem feito e apaixonante.

Nota

Outras resenhas dos livros da editora:
O doador de Memórias
A Escolhida
O Voo da Libélula 

Maratona Literária de Inverno 2015 [TBR]


Oi Pessoal!
Vocês devem ter visto por ai os blogueiros postando coisas sobre a Maratona Literária de Inverno, eu sou uma pessoa bem preguiçosa e fiquei com preguiça de ver algumas postagens (podem me bater), mas ontem tomei vergonha na cara e decidi conhecer a maratona e no último momento fiz minha inscrição (Aplausos!). Para quem não conhece a maratona eu vou colocar o vídeo aqui no final do post, pois minha intenção não é apresentar a maratona e sim mostrar como vou encara-lá.
Hoje eu vim apresentar uma lista bem rapidinha dos livros que irei ler na #MLI

TBR TEMÁTICA

Semana 1: Fantasias, Distopias e/ou Ficção Científica

Semana 2: Thriller, Suspense e/ou Terror
No Escuro

Semana 3: YA Contemporâneo, Romance e/ou Drama
Uma Curva no Tempo

Semana 4: Livros nacionais
Horas Noturnas

DESAFIOS
De todos os desafios que foram organizados eu só escolhi alguns pois é minha primeira vez eu uma maratona e eu quis ir com calma, ou seja eu estou com medinho de não conseguir ler tudo...

Os desafios escolhidos foram:
- Comece e/ou termine uma série, trilogia ou duologia
O que você faria por amor? A Queda dos Cinco

- Um livro que alguém escolheu por você
Sentinela

- Um livro com a capa azul
O Chamado do Cuco

- Um livro do gênero que você menos leu ano passado
O que você faria por amor?

- Um livro que você ganhou
Amaldiçoado

Eu mesclei os livros da minha meta esse ano, com alguns que eu só ia ler depois. Agora minha meta é, durante a maratona, ler 100 páginas por dia.
Agora, se você não entendeu nada ou quer conhecer a maratona é só ver esse vídeo:

Então é isso pessoal. Torçam por mim!

Resenha: Sejamos Todos Feministas

Sejamos Todos Feministas
Autora: Chimamanda Ngozi Adichie
Ano: 2014 / Páginas: 46
Idioma: português
Editora: Companhia das Letras



Sinopse: O que significa ser feminista no século XXI? Por que o feminismo é essencial para libertar homens e mulheres? Eis as questões que estão no cerne de Sejamos todos feministas, ensaio da premiada autora de Americanah e Meio sol amarelo."A questão de gênero é importante em qualquer canto do mundo. É importante que comecemos a planejar e sonhar um mundo diferente. Um mundo mais justo. Um mundo de homens mais felizes e mulheres mais felizes, mais autênticos consigo mesmos. E é assim que devemos começar: precisamos criar nossas filhas de uma maneira diferente. Também precisamos criar nossos filhos de uma maneira diferente.Neste ensaio agudo, sagaz e revelador, Adichie parte de sua experiência pessoal de mulher e nigeriana para pensar o que ainda precisa ser feito de modo que as meninas não anulem mais sua personalidade para ser como esperam que sejam, e os meninos se sintam livres para crescer sem ter que se enquadrar nos estereótipos de masculinidade. Sejamos todos feministas é uma adaptação do discurso feito pela autora no TEDx Euston, que conta com mais de 1 milhão de visualizações e foi musicado por Beyoncé.

Resenha: "Sejamos Todos Feministas" é um livro pequeno, com apenas 46 páginas, que eu precisei ler assim que vi em um blog (não me lembro o nome do blog agora). O livro é uma adaptação do discurso da autora para o TEDx Euston que ficou muito famoso no youtube. Ler o livro da Adichie não foi de tudo novidade, mas a autora soube mostrar seu ponto de vista de uma forma muito boa e compreensiva.
As situações que ela conta em seu livro/discurso faz com que todos pensem em como nossa sociedade esta agindo de forma errada e como devemos urgentemente mudar nossa forma de pensar.
Por ser pequeno é possível que a leitura seja feita em poucas horas e eu garanto que vale muito a pena. Recomendo o livro para quem conhece o feminismo ou para quem não conhece e quer conhecer. Leiam o livro com a mente aberta e tentem entender o ponto de vista da autora. A escrita dela é muito gostosa e fez com que eu adicionasse todos os seus livros a minha lista do skoob.

Nota:

Quem não quer ler o livro, pode assistir ao discurso.

Resenha: A Última Página

A Última Página
Escritoras: A. & T. Alves
Ano: 2014 / Páginas: 387
Idioma: português
Editora: produção independente
Link no Skoob: WWW


Sinopse: Melissa Mitchel, uma jovem de apenas 17 anos disposta a lutar pela sua independência, decide ir em busca de seu grande sonho: cursar uma boa faculdade e tornar-se uma escritora. Em meio a tantos altos e baixos ela larga o conforto de sua casa em Skagway Alaska, para morar num subúrbio em Los Angeles, em um pequeno apartamento com apenas três cômodos.
Tudo aparentava ser difícil em sua vida, porém com a sua devida persistência, ela recebe uma boa proposta e com isso novos amores se acenderão, mas será ela capaz de controlar seus sentimentos? Será que finalmente encontrará o seu caminho ou achará apenas dúvidas e desilusões?

Resenha: Eu esperava bem mais desse livro. Quando li a sinopse decidi dar uma chance para uma história que poderia ser diferente das que já li. Mas tudo que encontrei foram coisas clichês que fugiram do foco e me desmotivaram demais para prosseguir a leitura. Eu continuei, pois pensei que as próximas páginas poderiam ser melhores, mas não foram e a leitura só me deixou com um sentimento: Preciso acabar logo. Eu odeio quando isso acontece comigo porque sinto que não me conectei muito bem ao livro, mas foi exatamente isso que aconteceu e posso citar vários motivos para isso ter ocorrido. Um deles é o triângulo amoroso nada convincente entre Melissa, Logan e Zachary. O triângulo foi apenas uma ponta desses motivos, já li livros com triângulos amorosos mas neste caso senti que era  muito desnecessário para o livro. Outras coisas que me incomodaram foram a escrita das autoras, que mesmo sendo simples deixa muito a desejar porque falta mais detalhes e um aprofundamento melhor nas cenas, os personagens, que na minha opinião foram mal construídos  e muitos deles só apareciam em cenas sem nexo o que deu a impressão de que as autoras se lembravam deles de última hora e precisavam encaixar eles em algum lugar, o processo dos fatos, tudo acontece muito rápido, e a falta de aproveitamento de muitos assuntos que não envolviam o romance e que seriam uma ótima "novidade" no mundo dos livros, como por exemplo: O relacionamento conturbado que  a personagem central, Melissa, tem com o pai, uma menina de 12 anos com câncer que consegue ser mais madura do que a principal (falo disso já já) e o sonho de uma garota que quer ser escritora e batalha por seus sonhos. Todos esses temas são ótimos e eu substituiria, com toda certeza, o romance chato e ioiô de Melissa e Logan por qualquer um deles.
Voltando a falar de Melissa (que foi a personagem que eu desejei que morresse) achei a personagem central muito chata, muitas vezes grossa e como eu disse Christal, a personagem com câncer, parecia bem mais madura. Mas o bom é que Melissa sabia muito bem disso e repetia para si mesma (Ponto positivo, Melissa).
Acho que as autoras ainda tem muito o que aprender (quem não tem?). Não foi uma leitura agradável e demorei muito para ler por não ter me agradado com a leitura como eu queria. Creio que o livro poderia ser muito melhor e ter tomado um rumo totalmente diferente. Após concluir a leitura percebi que as autoras cometeram o mesmo erro de Gayle Forman, autora de Se Eu Ficar, focaram no tema errado e mostraram um enredo nada novo que nós já conhecemos.

Nota

Resenha: A Escolhida (O Doador #2)


A Escolhida
Escritora: Lois Lowry
Ano: 2014 / Páginas: 192
Idioma: português
Editora: Arqueiro (Editora Parceira)

Sinopse: Kira, uma órfã de perna torta, vive em um mundo onde os fracos são deixados de lado. A partir do momento da morte de sua mãe, ela teme por seu futuro até que é perdoada pelo Conselho de Guardiões. A razão é que Kira tem um dom: seus dedos possuem a habilidade de bordar de forma extraordinária.
Ela supera a habilidade de sua mãe, e lhe cabe a tarefa que nenhum outro membro da comunidade pode fazer. Enquanto seu talento a mantêm viva e traz certos privilégios, ela percebe que está rodeada de mistérios e segredos, mas ninguém deve saber sua intenção de descobrir a verdade sobre o mundo.

Resenha: Quando li algumas resenhas sobre esse livro senti uma pequena decepção com algumas criticas não muito agradáveis. Ao pegar, escolher, esse livro já sabia que não seria uma continuação exata do primeiro livro. O que de certa forma me deixou um pouco triste, pois eu estava super louca para saber o que aconteceu com os personagens. Mas ao começar a leitura eu parei, pensei e conclui: Do que eu estou reclamando? Lois arrasou mais uma vez e eu virei fã dessa mulher.
A escolhida segue a mesma linha de O Doador de Memórias, uma narração leve e gostosa e detalhes simples e fáceis de acompanhar.
Uma das características da escrita da autora é deixar o final um pouco aberto e algumas situações que dividem a opinião dos leitores. Eu particularmente tenho várias opiniões sobre como será o final dessa série. A forma como ela usa suas histórias para fazer criticas a sociedade me encanta e isso torna seus livros mais perfeitos. Isso só mostra que a autora não está só escrevendo uma simples distopia e sim livros que nos fazem pensar em como nossa sociedade é.
O segundo livro não mexeu tanto comigo como o primeiro, e os sentimentos que tive em relação a esse volume não foram tão fortes ao ponto de me abalar como O Doador me abalou. Mesmo assim não posso deixar de pontuar que é um ótimo livro e que Lois sabe muito bem o que está fazendo.
Como eu disse anteriormente acabei virando fã da autora e não vejo a hora de conhecer outras obras dessa incrível escritora e ler o desfecho dessa série que promete conquistar vários fãs.

Nota:

Resenha:
O Doador de Memórias

Resenha: A Ascensão dos Nove

A Ascensão dos Nove
Autor: Pittacus Lore
Ano: 2012 / Páginas: 287
Idioma: português
Editora: Intrínseca


Sinopse: Antes de encontrar John Smith, o Número Quatro, eu estava sozinha, lutando e me escondendo para continuar viva. Juntos, somos ainda mais poderosos. Mas isso só vai durar até precisarmos nos separar para localizar os outros. Fui até a Espanha em busca da Número Sete e encontrei mais do que esperava: um décimo membro da Garde, que conseguiu escapar vivo de Lorien. Ella é mais jovem que o restante de nós, mas igualmente corajosa. Agora estamos à procura dos outros — de John inclusive.


Resenha: Eu já estava começando a me esquecer como era ler um livro de Pittacus Lore e durante a leitura comecei a me perguntar por que demorei tanto para ler a continuação dessa saga. Eu sou apaixonada pela saga Os Legados de Lorien e a escrita do autor me encanta por se leve, fácil e muitas vezes agitada. Lendo o terceiro livro pude perceber uma coisa que não tinha notado nos outros dois livros, o autor começa a história bem "tranquila" e no fim sempre temos cenas de tirar o fôlego.
No terceiro livro acompanhamos a história sendo narrado por três personagens, John (Quatro), Seis e Marina (Sete), e o que mais me agradou foi que a editora colocou letras diferentes para cada personagem. Essa ideia foi maravilhosa e facilita muito nossa leitura.
Mesmo assim não posso afirmar que esse é meu livro favorito da saga, por enquanto, pois ele me deixou com um sentimento de dúvidas. Falta alguma coisa, ou tem alguma coisa, que poderia ser diferente. Tenho a sensação de que algumas cenas estão se repetindo e que o alongamento para chegar ao desfecho poderá prejudicar algumas coisas. Mas mesmo tendo essas dúvidas fiquei com uma grande expectativa e estou ansiosa para descobrir o que irá acontecer com os membros da Garde.
"A Ascensão dos Nove" é um livro muito bom. Poderia ser um pouco diferente? Poderia. Mesmo assim não deixa de ser uma continuação muito bem feita e agradável. Espero que os outros livros me tragam algo diferente e que minha opinião sobre o fato da saga estar ficando muito longa esteja errada.
Nota:

Resenha dos livros anteriores:
Eu Sou o Número Quatro
O Poder dos Seis

Resenha: O Voo da Libélula

O Voo da Libélula
Autor: Michel Bussi
Ano: 2015 / Páginas: 400
Editora: Arqueiro (Editora Parceira)

Sinopse: Na noite de 23 de dezembro de 1980, um avião cai na fronteira entre a França e a Suíça, deixando apenas uma sobrevivente: uma bebê de 3 meses. Porém, havia duas meninas no voo, e cria-se o embate entre duas famílias, uma rica e uma pobre, pelo reconhecimento da paternidade.
Numa época em que não existiam exames de DNA, o julgamento estende-se por muito tempo, mobilizando todo o país. Seria a menina Lyse-Rose ou Émilie? Mesmo após o veredicto do tribunal, ainda pairam muitas dúvidas sobre o caso, e uma das famílias resolve contratar Crédule Grand-Duc, um detetive particular, para descobrir a verdade.
Dezoito anos depois, destroçado pelo fracasso e no limite entre a loucura e a lucidez, Grand-Duc envia o diário das investigações para a sobrevivente Lylie e decide tirar a própria vida. No momento em que vai puxar o gatilho, o detetive descobre um segredo que muda tudo. Porém, antes que possa revelar a solução do caso, ele é assassinado.
Após ler o diário, Lylie fica transtornada e desaparece, deixando o caderno com seu irmão, que precisará usar toda a sua inteligência para resolver um mistério cheio de camadas e reviravoltas.
Em O voo da libélula, o leitor é guiado pela escrita do detetive enquanto acompanha a angustiada busca de uma garota por sua identidade.

Resenha: O Voo  da Libélula tem um mistério intrigante e complexo, que são as duas coisas que eu mais amo em um livro. Quando comecei a leitura minhas unhas já não estavam grandes, mas quando terminei já nem tinha mais unha.
O livro de Michel Bussi mexe com seu cérebro de uma forma gigantesca que é capaz do leitor esquecer que tem uma vida real e acabar entrando de vez no mundo do livro.
Ao longo da leitura mil e uma suposições passaram pela minha cabeça, eu estava desesperada para descobrir o final, e todas as mil e uma suposições estavam erradas.
No livro somos apresentados a história através do diário de Grand-Duc e do dia a dia de Marc, irmão da Libélula. Ao contrario de alguns leitores eu adorei o diário do detetive e creio que foi uma das chaves mais poderosas que o autor colocou no livro. É por causa desse maldito diário que as minha suposições estavam erradas.
Um ponto negativo, que eu não consigo ler em nenhum livro assim, são as datas. Em cima da primeira folha de cada capitulo tem a data e hora em que os personagens estão vivendo e muitas vezes isso me atrapalhou muito. Como eu disse não consigo ler livros assim, pois sempre volto na primeira página para ver aonde estou, mas acabei "ignorando" esse detalhe e foquei no raciocínio que o livro quis passar para o leitor.
O desfecho do livro é muito emocionante, mesmo que tenha me deixado com um gostinho de quero mais (quem leu o livro vai saber o porque) foi uma investigação incrível e o autor foi muito delicado ao esconder o final a sete chaves. Sendo assim o livro não é nem um pouco previsível e o leitor só descobre o fim da trama nos últimos capítulos.
O Voo da Libélula merece todos os prêmios que recebeu. Bussi é um autor com uma inteligência incrível e seus personagens são tão curiosos que a cada passo que eles dão sentimos a personalidade forte que eles tem.
Nota: 

Resenha: O Doador de Memórias (O Doador)

O Doador de Memórias
Autora: Lois Lowry Ano: 2014 / Páginas: 190
Idioma: português
Editora: Arqueiro (Parceira)


Sinopse: Em O doador de memórias, a premiada autora Lois Lowry constrói um mundo aparentemente ideal onde não existem dor, desigualdade, guerra nem qualquer tipo de conflito. Por outro lado, também não há amor, desejo ou alegria genuína. Os habitantes de uma pequena comunidade, satisfeitos com a vida ordenada, pacata e estável que levam, conhecem apenas o presente o passado e todas as lembranças do antigo mundo lhes foram apagados da mente. Um único indivíduo é encarregado de ser o guardião dessas memórias, com o objetivo de proteger o povo do sofrimento e, ao mesmo tempo, ter a sabedoria necessária para orientar os dirigentes da sociedade em momentos difíceis. Aos 12 anos, idade em que toda criança é designada à profissão que irá seguir, Jonas recebe a honra de se tornar o próximo guardião. Ele é avisado de que precisará passar por um treinamento difícil, que exigirá coragem, disciplina e muita força, mas não faz ideia de que seu mundo nunca mais será o mesmo. Orientado pelo velho Doador, Jonas descobre pouco a pouco o universo extraordinário que lhe fora roubado. Como uma névoa que vai se dissipando, a terrível realidade por trás daquela utopia começa a se revelar.

Resenha: Antes de começar, de fato, essa resenha tenho que confessar duas coisas. A primeira: Eu tinha uma ideia totalmente diferente desse livro. A segunda: Eu achava que ele ia ser chato, maçante, com uma narrativa que da aquele sono horrível.
Mas Lois Lowry, a autora, me deu um tremendo tapa na cara. Eu fiquei extremamente impressionada ao pensar, em como um livro pequeno pode ter me sugado e me levado para outro mundo em um piscar de olhos. Ultimamente posso dizer que são poucos os livros que conseguem mexer comigo. Mas esse com certeza está na minha lista de "Recomendo para todo mundo".
O Doador de Memórias é dividido em pequenos capítulos, e a cada página temos vontade de ler mais e mais só para descobrir como será o final.
Cada detalhe do livro foi muito bem planejado, desde os personagens até o mundo em que a autora criou.
Decidi que esse seria o primeiro livro que pegaria com a Arqueiro porque o filme me deixou curiosa e com muitas dúvidas. Mas como nem tudo é perfeito, o filme não conseguiu me passar nem a metade dos sentimos que agora tenho por esse livro (não vamos entrar muito no assunto livro x filme, ok?). Depois que conclui a leitura, foi como se eu tivesse levado aquele baque, ou melhor dizendo, aquela enxurrada de sentimentos confusos, que te fazem rir ou chorar ou os dois ao mesmo tempo.
Passei a madrugada inteira tentando decidir qual final se encaixaria melhor para minha linda onda de sentimentos, até porque a autora deixa o final do livro meio que em aberto.
A narrativa da autora é bem simples, ágil, sugadora, intensa e me deu um prazer imenso por ter essas qualidades incríveis e que eu adoro em muitos escritores.
Já o trabalho da editora foi tão bem feito que contribuiu muito para que a leitura fosse agradável. Páginas amarelas, letras com um tamanho bom e uma capa lindíssima. Mesmo sendo a capa do filme, o que não tem nada a ver com o livro, achei o trabalho da capa muito bem feito com um jogo de cores perfeito.
Vale ressaltar que, pelo que ouvi, o livro tem continuação (vocês nem imaginam o quanto estou feliz por saber disso). Então se você acabou a leitura e ficou com uma pulga atrás da orelha, se acalme, pois teremos mais Jonas em breve.
Não sei dizer exatamente para qual público alvo recomendo esse livro, pois como disse lá em cima recomendarei ele para todo mundo.


Nota:

P. S: Essa resenha ficou um pouco maior das que eu costumo fazer, mas quando eu amo um livro não consigo fazer uma resenha pequena.